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Those terrible first few minutes : revisiting active-shooter protocols for schools / Michael E. Buerger, Geoffrey E. Buerger

Autor: BUERGER, Michael E.Co-autor: BUERGER, Geoffrey E.In: FBI Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V. 79, n. 9 (September 2010) , p. 1-10Idioma: Inglês.Assunto: VIOLÊNCIA NA ESCOLA | SEGURANÇA NAS ESCOLAS | PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA | ACTUAÇÃO POLICIAL | POLÍCIA E ESTABELECIMENTO DE ENSINO | ARMA DE FOGO E MUNIÇÕES | UTILIZAÇÃO DE ARMA DE FOGO | ESTADOS UNIDOS Resumo: O termo "active-shooter" entrou no léxico norte-americano no seguimento do trágico tiroteio ocorrido no "Columbine High School", em Abril de 1999, em Littleton, Colorado, nos Estados Unidos. Este terrível acontecimento obrigou as autoridades policiais a redefinirem as suas práticas de resposta nestas situações, levou ao aparecimento de inúmeras iniciativas de prevenção nas escolas, bem como à elaboração de planos de contingência, devidamente estruturados e coordenados. O presente artigo identifica os protocolos de resposta mais utilizados pelas escolas para fazer face a situações similares e adverte para as necessidades de planeamento, treino e implementação de protocolos capazes de englobar a maior variedade de cenários plausíveis. Dá-se conta da importância da transmissão da informação sobre os acontecimentos, às autoridades policiais, em tempo útil. Advoga-se a elaboração, pelas autoridades policiais e serviços de emergência, de protocolos secundários e complementares. Alerta-se para a necessidade de formação do pessoal de segurança das escolas, na medida em que, até à chegada das autoridades policiais, serão eles os responsáveis pela gestão da resposta ao incidente.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ31327 (Browse shelf) Available

O termo "active-shooter" entrou no léxico norte-americano no seguimento do trágico tiroteio ocorrido no "Columbine High School", em Abril de 1999, em Littleton, Colorado, nos Estados Unidos. Este terrível acontecimento obrigou as autoridades policiais a redefinirem as suas práticas de resposta nestas situações, levou ao aparecimento de inúmeras iniciativas de prevenção nas escolas, bem como à elaboração de planos de contingência, devidamente estruturados e coordenados. O presente artigo identifica os protocolos de resposta mais utilizados pelas escolas para fazer face a situações similares e adverte para as necessidades de planeamento, treino e implementação de protocolos capazes de englobar a maior variedade de cenários plausíveis. Dá-se conta da importância da transmissão da informação sobre os acontecimentos, às autoridades policiais, em tempo útil. Advoga-se a elaboração, pelas autoridades policiais e serviços de emergência, de protocolos secundários e complementares. Alerta-se para a necessidade de formação do pessoal de segurança das escolas, na medida em que, até à chegada das autoridades policiais, serão eles os responsáveis pela gestão da resposta ao incidente.

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