O "modus operandi" do terrorismo do Século XXI / Francisco José Seixas Fonseca
In: Polícia Portuguesa. Lisboa. N.º 011, III Série (Abril/Junho 2009) , p. 33-35Idioma: Português.Assunto: TERRORISMO | ARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA | ARMA QUÍMICA | ARMA BIOLÓGICA | CIBERTERRORISMO Resumo: O terrorismo, alicerçado em ideologias radicais e fundamentalistas, passou a estar no centro da agenda internacional não só pela quantidade de atentados perpetrados, como pela diversificação dos alvos e, fundamentalmente, pela utilização de meios cada vez mais poderosos e letais, nomeadamente, armas de destruição maciça de natureza biológica, química e nuclear. O presente artigo analisa os diversos “modi operandi” dos terroristas, a potencial utilização de armas nucleares, radiológicas, biológicas e químicas, assim como o ciberterrorismo e a utilização de bombistas suicidas. Conclui-se que este terrorismo prefere efectuar ataques espectaculares, que produzam o maior número de vítimas possível, criando uma permanente sensação de insegurança e impotência face a um inimigo sem rosto, insensível e impiedoso.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ31048 (Browse shelf) | Available |
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O terrorismo, alicerçado em ideologias radicais e fundamentalistas, passou a estar no centro da agenda internacional não só pela quantidade de atentados perpetrados, como pela diversificação dos alvos e, fundamentalmente, pela utilização de meios cada vez mais poderosos e letais, nomeadamente, armas de destruição maciça de natureza biológica, química e nuclear. O presente artigo analisa os diversos “modi operandi” dos terroristas, a potencial utilização de armas nucleares, radiológicas, biológicas e químicas, assim como o ciberterrorismo e a utilização de bombistas suicidas. Conclui-se que este terrorismo prefere efectuar ataques espectaculares, que produzam o maior número de vítimas possível, criando uma permanente sensação de insegurança e impotência face a um inimigo sem rosto, insensível e impiedoso.
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