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Forças de segurança e polícia de proximidade / Armando carlos Alves

Autor: ALVES, Armando CarlosIn: Pela Lei e Pela Grei. Lisboa. Ano 9, n.º 1 (Janeiro-Março 1998) , p. 5-7Idioma: Português.Assunto: FORÇA DE SEGURANÇA | SEGURANÇA PÚBLICA | POLÍCIA DE PROXIMIDADE | FRANÇA | ESPANHA | CANADÁ Resumo: Procurando algum paralelismo entre as actividades que, nos EUA e na Grã-Bretanha, são designadas por "comunity policing" e aquilo que se pratica em França sob a denominação "police de proximité", podemos afirmar que o conceito francês aponta para o modelo anglo-saxónico. Este assenta na ideia central de que a polícia pode obter melhores resultados ao apoiar-se nas boas relações que desenvolva com o público. Para isso, entre outras medidas, é muito importante o estabelecimento, a nível local, de relações de efectiva cooperação com a população, com os representantes da população e com as organizações que se preocupam com a insegurança e com outras questões relevantes. Assim, não devem ser exclusivas as actividades de polícia relacionadas com a criminalidade e com a polícia administrativa, havendo que dar prioridade aos problemas que afligem essa mesma população. Como consequência, a eficácia não é avaliada pela quantidade de autuações nem pelo número de prisões efectuadas, mas sim pela "ausência de desordem" ou "paz social" que se consegue proporcionar.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ30809 (Browse shelf) Available

Resumo inserto no próprio artigo.

Procurando algum paralelismo entre as actividades que, nos EUA e na Grã-Bretanha, são designadas por "comunity policing" e aquilo que se pratica em França sob a denominação "police de proximité", podemos afirmar que o conceito francês aponta para o modelo anglo-saxónico. Este assenta na ideia central de que a polícia pode obter melhores resultados ao apoiar-se nas boas relações que desenvolva com o público. Para isso, entre outras medidas, é muito importante o estabelecimento, a nível local, de relações de efectiva cooperação com a população, com os representantes da população e com as organizações que se preocupam com a insegurança e com outras questões relevantes. Assim, não devem ser exclusivas as actividades de polícia relacionadas com a criminalidade e com a polícia administrativa, havendo que dar prioridade aos problemas que afligem essa mesma população. Como consequência, a eficácia não é avaliada pela quantidade de autuações nem pelo número de prisões efectuadas, mas sim pela "ausência de desordem" ou "paz social" que se consegue proporcionar.

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