Pre-crime and counter-terrorism : imagining future crime in the "War on Terror" / Jude McCulloch, Sharon Pickering
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 49, n. 5 (May 2009) , p. 628-645Idioma: Inglês.Assunto: TERRORISMO | SEGURANÇA PÚBLICA | SEGURANÇA INTERNA Resumo: Este artigo olha para o "pre-crime" no contexto do contraterrorismo. O "pre-crime" liga as acções coercivas do Estado à suspeita, sem necessidade de acusação e ou condenação. Também inclui medidas que expandem as competências da legislação criminal para incluir actividades ou associações que supostamente precedem a ofensa substantiva identificada para prevenção. A tendência de antecipação dos riscos como princípio orientador na justiça criminal foi bem identificada antes de 2001. Contudo, a antecipação do risco e da ameaça expandiu-se substancialmente no contexto das estruturas do contraterrorismo contemporâneo. Apesar da racionalização das medidas de "pre-crime" do contraterrorismo, estas não cabem no quadro convencional da prevenção criminal. O artigo argumenta que a mudança para o "pre-crime" incorpora a tendência de integração da segurança nacional na justiça criminal, juntamente com uma mudança temporal e geográfica que inclua uma imprecisão das fronteiras entre as capacidades coercivas internas e externas dos Estados. A estrutura do contraterrorismo incorpora e combina elementos da justiça criminal e segurança nacional, dando crescimento a um número de tensões. Uma tensão chave está entre o ideal de justiça criminal imparcial e o conceito com carga política de segurança nacional. As medidas "pre-crime" do contraterrorismo podem ser traçados através de um número de interligações de trajectórias históricas, incluindo as guerras ao crime e às drogas, criminalização e, fundamentalmente, em estratégias coloniais de dominação, controlo e repressão. O artigo conclui identificando um número de desafios e oportunidades para a criminologia na mudança da justiça criminal "post-crime" para a segurança nacional "pre-crime".| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ30414 (Browse shelf) | Available |
CD 296. Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo.
Este artigo olha para o "pre-crime" no contexto do contraterrorismo. O "pre-crime" liga as acções coercivas do Estado à suspeita, sem necessidade de acusação e ou condenação. Também inclui medidas que expandem as competências da legislação criminal para incluir actividades ou associações que supostamente precedem a ofensa substantiva identificada para prevenção. A tendência de antecipação dos riscos como princípio orientador na justiça criminal foi bem identificada antes de 2001. Contudo, a antecipação do risco e da ameaça expandiu-se substancialmente no contexto das estruturas do contraterrorismo contemporâneo. Apesar da racionalização das medidas de "pre-crime" do contraterrorismo, estas não cabem no quadro convencional da prevenção criminal. O artigo argumenta que a mudança para o "pre-crime" incorpora a tendência de integração da segurança nacional na justiça criminal, juntamente com uma mudança temporal e geográfica que inclua uma imprecisão das fronteiras entre as capacidades coercivas internas e externas dos Estados. A estrutura do contraterrorismo incorpora e combina elementos da justiça criminal e segurança nacional, dando crescimento a um número de tensões. Uma tensão chave está entre o ideal de justiça criminal imparcial e o conceito com carga política de segurança nacional. As medidas "pre-crime" do contraterrorismo podem ser traçados através de um número de interligações de trajectórias históricas, incluindo as guerras ao crime e às drogas, criminalização e, fundamentalmente, em estratégias coloniais de dominação, controlo e repressão. O artigo conclui identificando um número de desafios e oportunidades para a criminologia na mudança da justiça criminal "post-crime" para a segurança nacional "pre-crime".
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