Criminalidade automóvel : preocupação nacional e cooperação europeia / Pedro Gouveia
In: Polícia Portuguesa. Lisboa. N.º 009, III Série (Outubro/Dezembro 2008) , p. 30-34Idioma: Português.Assunto: FURTO DE VEÍCULO | CRIME TRANSNACIONAL | ACORDO DE SCHENGEN | COOPERAÇÃO POLICIAL UE Resumo: O furto de automóveis é um crime que começou por ganhar relevância na estatística criminal portuguesa nos anos 70 do século passado e abastecia exclusivamente o "mercado negro" nacional. A partir da década de 80 do século 20, o fenómeno expande-se, apesar das divulgações preventivas do furto, promovidas pela PSP, do desenvolvimento de programas informáticos e bases de dados como a MOVI e a MOVED e da actuação das Brigadas de combate ao furto de viaturas da Divisão de Trânsito do Comando Metropolitano de Lisboa, conhecidos como "tiros". Após a abertura das fronteiras e ao abrigo da assinatura da Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen, tornou-se possível viajar de automóvel de Portugal à Alemanha sem qualquer controlo fronteiriço, elevando esta criminalidade a um patamar transnacional. Contudo, o Acordo de Schengen possibilitou o reforço da cooperação policial, bem como a criação e manutenção de um sistema de informação comum. O articulista analisa a necessidade de acesso à informação criminal em tempo útil e mostra alguns números estatísticos do combate a esta criminalidade. Refere-se as características e tendências actuais da evolução do furto de automóveis a nível nacional e internacional.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ30263 (Browse shelf) | Available |
O furto de automóveis é um crime que começou por ganhar relevância na estatística criminal portuguesa nos anos 70 do século passado e abastecia exclusivamente o "mercado negro" nacional. A partir da década de 80 do século 20, o fenómeno expande-se, apesar das divulgações preventivas do furto, promovidas pela PSP, do desenvolvimento de programas informáticos e bases de dados como a MOVI e a MOVED e da actuação das Brigadas de combate ao furto de viaturas da Divisão de Trânsito do Comando Metropolitano de Lisboa, conhecidos como "tiros". Após a abertura das fronteiras e ao abrigo da assinatura da Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen, tornou-se possível viajar de automóvel de Portugal à Alemanha sem qualquer controlo fronteiriço, elevando esta criminalidade a um patamar transnacional. Contudo, o Acordo de Schengen possibilitou o reforço da cooperação policial, bem como a criação e manutenção de um sistema de informação comum. O articulista analisa a necessidade de acesso à informação criminal em tempo útil e mostra alguns números estatísticos do combate a esta criminalidade. Refere-se as características e tendências actuais da evolução do furto de automóveis a nível nacional e internacional.
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