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Crisis management : responding to the terrorist event / Tony Cooper

Autor: COOPER, TonyIn: Intersec.ISSN 0963-0058. Surrey. Vol. 9, nº 9 (September 1999) , p. 284-286Idioma: Inglês.Assunto: TERRORISMO | GESTÃO DE CRISES | RAPTO | EXTORSÃO | REINO UNIDO Resumo: O terrorismo pode ser apropriadamente descrito como uma forma de estado de guerra. É o conflito levado ao limite em termos de crueldade e desrespeito por qualquer cânone do comportamento civilizado. É concebido para lucrar com a subjugação do espírito daqueles aos quais se direcciona. Tem uma qualidade implacável. Pode, na maioria das vezes, apenas ser retaliado. Não pode, sensatamente, ser razoavelmente moderado nas suas posições fundamentais; o terrorismo, pelas regras do “Marquis of Queensbury” é uma contradição egrégia. Como em todas as guerras, a escolha é rígida, entre os imperativos da cedência ou da retaliação. Para aqueles que escolhem lutar, a única questão reside na forma como a guerra deve ser paga. Aqueles que esperam sair vitoriosos têm, forçosamente, de pensar em minimizar a destruição. O articulista analisa as questões relacionadas com o rapto e com a extorsão, e faz uma revisão das competências necessárias para uma gestão de crise bem sucedida.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27683 (Browse shelf) Available

O terrorismo pode ser apropriadamente descrito como uma forma de estado de guerra. É o conflito levado ao limite em termos de crueldade e desrespeito por qualquer cânone do comportamento civilizado. É concebido para lucrar com a subjugação do espírito daqueles aos quais se direcciona. Tem uma qualidade implacável. Pode, na maioria das vezes, apenas ser retaliado. Não pode, sensatamente, ser razoavelmente moderado nas suas posições fundamentais; o terrorismo, pelas regras do “Marquis of Queensbury” é uma contradição egrégia. Como em todas as guerras, a escolha é rígida, entre os imperativos da cedência ou da retaliação. Para aqueles que escolhem lutar, a única questão reside na forma como a guerra deve ser paga. Aqueles que esperam sair vitoriosos têm, forçosamente, de pensar em minimizar a destruição. O articulista analisa as questões relacionadas com o rapto e com a extorsão, e faz uma revisão das competências necessárias para uma gestão de crise bem sucedida.

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