Punishing persistence : explaining the enduring appeal of the Recidivist Sentencing Premium / Julian V. Roberts
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 48, n. 4 (July 2008) , p. 468-481Idioma: Inglês.Assunto: JUSTIÇA RESTAURATIVA | SANÇÃO PENAL | REINO UNIDO | ESTADOS UNIDOS | AUSTRÁLIA | CANADÁ Resumo: Todas as jurisdições – jurisprudenciais ou civis – punem mais severamente agressores reincidentes. Neste sentido, a “Recidivist Sentencing Premium” é um princípio tão universal quanto o da proporcionalidade. Os teóricos da sentença reparadora dividem-se em dois campos: um grupo rejeita o uso de condenações anteriores na sentença, enquanto o segundo atribui um papel muito limitado aos antecedentes criminais. Este artigo explora o assunto e propõe uma justificação baseada na culpabilidade para considerar anteriores condenações na sentença. De acordo com esta proposta, anteriores condenações justificam tratamento mais severo no sentido em que a premeditação é usada como circunstância agravante. Os agressores planeiam os seus crimes e agressores com condenações anteriores devem ser considerados mais censuráveis e logo merecedores de mais duras punições. Este modelo é considerado em referência às visões que a comunidade tem da sentença.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28951 (Browse shelf) | Available |
Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo.
Todas as jurisdições – jurisprudenciais ou civis – punem mais severamente agressores reincidentes. Neste sentido, a “Recidivist Sentencing Premium” é um princípio tão universal quanto o da proporcionalidade. Os teóricos da sentença reparadora dividem-se em dois campos: um grupo rejeita o uso de condenações anteriores na sentença, enquanto o segundo atribui um papel muito limitado aos antecedentes criminais. Este artigo explora o assunto e propõe uma justificação baseada na culpabilidade para considerar anteriores condenações na sentença. De acordo com esta proposta, anteriores condenações justificam tratamento mais severo no sentido em que a premeditação é usada como circunstância agravante. Os agressores planeiam os seus crimes e agressores com condenações anteriores devem ser considerados mais censuráveis e logo merecedores de mais duras punições. Este modelo é considerado em referência às visões que a comunidade tem da sentença.
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