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Forensic intelligence and crime analysis / O. Ribaux... [et al.]

In: Law, Probability and Risk.ISSN 1470-840X. Oxford. Vol. 2, nº 1 (2003) , p. 47-60Idioma: Inglês.Assunto: INFORMAÇÃO CRIMINAL | INFORMAÇÃO COMPUTORIZADA | INFORMAÇÃO GEOREFERENCIADA | ANÁLISE CRIMINAL | CIÊNCIA FORENSE Resumo: Muitos têm sido os esforços levados a cabo com vista ao desenvolvimento de bases de dados computorizadas no campo da ciência forense, constituindo o AFIS e as bases de dados de ADN bons exemplos de progresso nessa matéria e as quais, de forma eficiente, têm auxiliado na identificação de potenciais suspeitos. Outro tipo de prova, como é o caso das peças de vestuário ou acessórios deixados pelo agressor ou a informação captada através de aparelhos, nomeadamente câmaras de vigilância, podem vir a ser exploradas sistematicamente no âmbito da “intelligence”. Todavia, se este tipo de sistemas se apresentar como meras bases de dados funcionais poderão debater-se, frequentemente, com complexidades próprias da recuperação e comparação de sinais. Assim sendo, a utilização de dados de casos forenses, em combinação com as dimensões geográficas e temporais do crime é frequentemente sentida como um desenvolvimento necessário. Apresenta-se um estudo em que os dados de casos forenses podem fornecer “intelligence” mediante inferência, que varia entre o modelo tradicional iniciado pelas bases de dados AFIS e de ADN, revelando ainda que determinadas características de marcas de sapatos, ferramentas ou de luvas poderão estar concentradas em áreas geográficas e/ou durante períodos de tempo. Dão-se a conhecer pormenores, bem como alguns resultados da experiência.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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(*).

Muitos têm sido os esforços levados a cabo com vista ao desenvolvimento de bases de dados computorizadas no campo da ciência forense, constituindo o AFIS e as bases de dados de ADN bons exemplos de progresso nessa matéria e as quais, de forma eficiente, têm auxiliado na identificação de potenciais suspeitos. Outro tipo de prova, como é o caso das peças de vestuário ou acessórios deixados pelo agressor ou a informação captada através de aparelhos, nomeadamente câmaras de vigilância, podem vir a ser exploradas sistematicamente no âmbito da “intelligence”. Todavia, se este tipo de sistemas se apresentar como meras bases de dados funcionais poderão debater-se, frequentemente, com complexidades próprias da recuperação e comparação de sinais. Assim sendo, a utilização de dados de casos forenses, em combinação com as dimensões geográficas e temporais do crime é frequentemente sentida como um desenvolvimento necessário. Apresenta-se um estudo em que os dados de casos forenses podem fornecer “intelligence” mediante inferência, que varia entre o modelo tradicional iniciado pelas bases de dados AFIS e de ADN, revelando ainda que determinadas características de marcas de sapatos, ferramentas ou de luvas poderão estar concentradas em áreas geográficas e/ou durante períodos de tempo. Dão-se a conhecer pormenores, bem como alguns resultados da experiência.

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