Restorative justice and child sex offences : the theory and the practice / Annie Cossins
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 48, n. 3 (May 2008) , p. 359-378Idioma: Inglês.Assunto: Os defensores da justiça restaurativa afirmam tanto a sua eficácia em relação a crimes sexuais, como a habilidade para atenuar relações de poder entre as partes e debelar os danos. Este artigo analisa a probabilidade da justiça restaurativa constituir uma das vias a ter em conta na difícil área dos crimes sexuais contra crianças, reanalisando dados de um estudo (Daly 2006) e comparando-a com outras reformas no julgamento do crime sexual. Conclui que não há prova suficiente que suporte a visão que considera existirem benefícios inerentes no processo reparador que ofereça às vítimas uma forma superior de justiça Resumo: Os defensores da justiça restaurativa afirmam tanto a sua eficácia em relação a crimes sexuais, como a habilidade para atenuar relações de poder entre as partes e debelar os danos. Este artigo analisa a probabilidade da justiça restaurativa constituir uma das vias a ter em conta na difícil área dos crimes sexuais contra crianças, reanalisando dados de um estudo (Daly 2006) e comparando-a com outras reformas no julgamento do crime sexual. Conclui que não há prova suficiente que suporte a visão que considera existirem benefícios inerentes no processo reparador que ofereça às vítimas uma forma superior de justiça.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28884 (Browse shelf) | Available |
Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo. Ver também o artigo intitulado "Setting the record straight and a call for radical change: a reply to Annie Cossins on "Restorative Justice and child sex offences".
Os defensores da justiça restaurativa afirmam tanto a sua eficácia em relação a crimes sexuais, como a habilidade para atenuar relações de poder entre as partes e debelar os danos. Este artigo analisa a probabilidade da justiça restaurativa constituir uma das vias a ter em conta na difícil área dos crimes sexuais contra crianças, reanalisando dados de um estudo (Daly 2006) e comparando-a com outras reformas no julgamento do crime sexual. Conclui que não há prova suficiente que suporte a visão que considera existirem benefícios inerentes no processo reparador que ofereça às vítimas uma forma superior de justiça.
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