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La gestion policière des situations de crise à la Sûreté du Québec / Michel St-Yves, Martin Prud'homme

Autor: ST-YVES, MichelCo-autor: PRUD'HOMME, MartinIn: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 61, n. 2 (Avril-Juin 2008) , p. 191-204Idioma: Francês.Assunto: GESTÃO DE CRISES | GESTÃO POLICIAL | ACTUAÇÃO POLICIAL | TÁCTICA POLICIAL | CANADÁ Resumo: As situações de crise que envolvem reféns são mais divulgadas pelos meios de comunicação social. Contudo, de acordo com a “Sûreté du Québec”, no Canadá, na sua grande maioria são casos de indivíduos mentalmente perturbados, suicidas, embriagados ou sob o efeito de estupefacientes, ou barricados em casa com armas de fogo. O artigo descreve o desenrolar duma intervenção policial numa situação de risco e apresenta os principais factores que auxiliam as chefias e os negociadores na gestão dessas crises: avaliação das opções; identificação dos principais factores de risco; as ameaças; o risco de suicídio; o fenómeno “suicide by cop”; o privilégio à negociação; o modelo de intervenção “SINCRO”; a utilização pelo negociador da figura abstracta do “Comité”; a gestão das exigências; a utilização do intermediário; o momento da rendição e o rescaldo operacional e pós-traumático. Conclui-se que a intervenção policial em situação de crise assenta principalmente na avaliação dos riscos que a situação representa, tendo como objectivo fundamental a resolução da crise de forma pacífica e em segurança.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ28915 (Browse shelf) Available

Publicação integral disponível em: https://www.polymedia.ch/htdocs/Files/Criminologie/CR-archives/RICPTS_2008-02.pdf.pdf.Acedido a 05 de Agosto de 2011.

As situações de crise que envolvem reféns são mais divulgadas pelos meios de comunicação social. Contudo, de acordo com a “Sûreté du Québec”, no Canadá, na sua grande maioria são casos de indivíduos mentalmente perturbados, suicidas, embriagados ou sob o efeito de estupefacientes, ou barricados em casa com armas de fogo. O artigo descreve o desenrolar duma intervenção policial numa situação de risco e apresenta os principais factores que auxiliam as chefias e os negociadores na gestão dessas crises: avaliação das opções; identificação dos principais factores de risco; as ameaças; o risco de suicídio; o fenómeno “suicide by cop”; o privilégio à negociação; o modelo de intervenção “SINCRO”; a utilização pelo negociador da figura abstracta do “Comité”; a gestão das exigências; a utilização do intermediário; o momento da rendição e o rescaldo operacional e pós-traumático. Conclui-se que a intervenção policial em situação de crise assenta principalmente na avaliação dos riscos que a situação representa, tendo como objectivo fundamental a resolução da crise de forma pacífica e em segurança.

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