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Chain of command / Andrew Staniforth

Autor: STANIFORTH, AndrewIn: Police Review.ISSN 0309-1414. London. Vol. 116, n. 5972 (28 March 2008) , p. 26-29Idioma: Inglês.Assunto: TERRORISMO | ORGANIZAÇÃO TERRORISTA | TÁCTICA TERRORISTA Resumo: O artigo analisa a estrutura das organizações terroristas, como lideram, comandam e controlam as suas acções e operações. Algumas, logo que sentem perigar a sua segurança operacional, mudam e adaptam a sua estrutura centralizada, constituindo grupos descentralizados, pequenas células mais autónomas, que mantêm uma ligação com o órgão central de comando, como no caso do IRA (Exército Republicano Irlandês) em 1977, quando sentiu que a sua estrutura havia sido infiltrada por agentes governamentais ingleses. Outras, como a Al Qaeda, após o final do conflito no Afeganistão com a Ex-URSS, alteraram os seus objectivos, globalizaram os inimigos, descentralizaram a sua estrutura, criaram redes de células operacionais, recrutaram novos membros, forneceram-lhes treino militar e concederam-lhes autonomia suficiente para operarem sob a sua égide, perpetrar ataques em qualquer lugar, sem terem de solicitar autorização ou esperar por ordens do núcleo de comando, dificultando o trabalho dos serviços de informações que as combatem.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ28721 (Browse shelf) Available

O artigo analisa a estrutura das organizações terroristas, como lideram, comandam e controlam as suas acções e operações. Algumas, logo que sentem perigar a sua segurança operacional, mudam e adaptam a sua estrutura centralizada, constituindo grupos descentralizados, pequenas células mais autónomas, que mantêm uma ligação com o órgão central de comando, como no caso do IRA (Exército Republicano Irlandês) em 1977, quando sentiu que a sua estrutura havia sido infiltrada por agentes governamentais ingleses. Outras, como a Al Qaeda, após o final do conflito no Afeganistão com a Ex-URSS, alteraram os seus objectivos, globalizaram os inimigos, descentralizaram a sua estrutura, criaram redes de células operacionais, recrutaram novos membros, forneceram-lhes treino militar e concederam-lhes autonomia suficiente para operarem sob a sua égide, perpetrar ataques em qualquer lugar, sem terem de solicitar autorização ou esperar por ordens do núcleo de comando, dificultando o trabalho dos serviços de informações que as combatem.

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