Demands on police services in a WMD incident / Joel A. Carlson
In: FBI Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V. 77, n. 3 (March 2008) , p. 1-6Idioma: Inglês.Assunto: POLICIAMENTO | TERRORISMO | GESTÃO DE CRISES | ARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA | ESTADOS UNIDOS Resumo: Com a chegada do terrorismo internacional ao solo dos Estados Unidos, o policiamento adquiriu uma nova dimensão. As forças de aplicação da lei desenvolveram capacidades de resposta aos vários cenários resultantes de ataques com armas de destruição maciça. Encoraja-se as comunidades a identificar alvos, riscos e vulnerabilidades, bem como a estabelecer planos para mitigar danos catastróficos. O articulista passa em revista as várias etapas que incumbe a estas organizações cumprir, desde o planeamento e racionalização dos recursos disponíveis, passando pela avaliação dos danos causados pelos ataques, os materiais e as armas envolvidas, até às protecções e respostas adequadas a colocar em funcionamento, não só para conter o eventual alastrar dos danos e proteger as populações, como providenciar assistência. A gestão da crise deve ser confiada a um comando unificado, o qual estabelece um centro de contactos com os meios de comunicação social. Realça-se uma preocupação especial com as emergências relacionadas com a saúde. Apresenta-se um conjunto de recomendações que ajudam as organizações envolvidas a cumprir as suas responsabilidades na segurança da população.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28641 (Browse shelf) | Available |
Disponível em:https://www.fbi.gov/publications/leb/2008/march08leb.pdfhttps://www.fbi.gov/publications/leb/2008/march2008/march2008leb.htmAcedido em: 12 de Maio de 2007
Com a chegada do terrorismo internacional ao solo dos Estados Unidos, o policiamento adquiriu uma nova dimensão. As forças de aplicação da lei desenvolveram capacidades de resposta aos vários cenários resultantes de ataques com armas de destruição maciça. Encoraja-se as comunidades a identificar alvos, riscos e vulnerabilidades, bem como a estabelecer planos para mitigar danos catastróficos. O articulista passa em revista as várias etapas que incumbe a estas organizações cumprir, desde o planeamento e racionalização dos recursos disponíveis, passando pela avaliação dos danos causados pelos ataques, os materiais e as armas envolvidas, até às protecções e respostas adequadas a colocar em funcionamento, não só para conter o eventual alastrar dos danos e proteger as populações, como providenciar assistência. A gestão da crise deve ser confiada a um comando unificado, o qual estabelece um centro de contactos com os meios de comunicação social. Realça-se uma preocupação especial com as emergências relacionadas com a saúde. Apresenta-se um conjunto de recomendações que ajudam as organizações envolvidas a cumprir as suas responsabilidades na segurança da população.
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