Slavery in Britain / Mike McGrath
In: Police Review.ISSN 0309-1414. London. Vol. 116, n. 5960 (4 January 2008) , p. 16-19Idioma: Inglês.Assunto: TRÁFICO DE PESSOAS | TRÁFICO DE MULHERES | EXPLORAÇÃO DE MENORES | ESCRAVATURA | CRIME SEXUAL | REINO UNIDO Resumo: “É muito mais fácil percorrer o terminal do aeroporto com um ser humano do que com um quilo de heroína”. Esta é a opinião de um elemento do “UK Human Trafficking Centre”, criado em 2006 para dar resposta à problemática do tráfico de seres humanos, o qual constitui uma versão moderna da já extinta escravatura. Considerada a terceira actividade criminal mais rentável, logo após o tráfico de droga e de armas, a investigação deste tipo de criminalidade é recente, não se podendo esquecer que se trata de um “crime escondido”, ou seja, tratam-se de casos que nem sempre são denunciados às autoridades, ou porque as vítimas não dominam a língua inglesa, ou pelo medo generalizado de represálias que possam vir a ser exercidas contra as suas famílias. No primeiro de vários artigos sobre esta problemática, o autor enfatiza o papel desempenhado pelas companhias aéreas de baixo custo, ou seja, a facilidade com que os traficantes podem transportar pessoas, algumas das vezes efectuando o negócio sem necessitar de sair do aeroporto. Salienta-se igualmente o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelas autoridades no sentido de combater e detectar o tráfico de seres humanos, bem como a dificuldade existente no apuramento do número de indivíduos traficados no âmbito da exploração sexual, situação que se agrava ainda mais quando considerado o tráfico para fins de trabalho forçado ou de outro tipo.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28517 (Browse shelf) | Available |
(*). Nesta mesma publicação (Police Review, de 4 de Janeiro de 2008) destaca-se o artigo "Rape trade", de Fraser Sampson, no qual o articulista passa em revista o "Sexual Offences Act 2003".
“É muito mais fácil percorrer o terminal do aeroporto com um ser humano do que com um quilo de heroína”. Esta é a opinião de um elemento do “UK Human Trafficking Centre”, criado em 2006 para dar resposta à problemática do tráfico de seres humanos, o qual constitui uma versão moderna da já extinta escravatura. Considerada a terceira actividade criminal mais rentável, logo após o tráfico de droga e de armas, a investigação deste tipo de criminalidade é recente, não se podendo esquecer que se trata de um “crime escondido”, ou seja, tratam-se de casos que nem sempre são denunciados às autoridades, ou porque as vítimas não dominam a língua inglesa, ou pelo medo generalizado de represálias que possam vir a ser exercidas contra as suas famílias. No primeiro de vários artigos sobre esta problemática, o autor enfatiza o papel desempenhado pelas companhias aéreas de baixo custo, ou seja, a facilidade com que os traficantes podem transportar pessoas, algumas das vezes efectuando o negócio sem necessitar de sair do aeroporto. Salienta-se igualmente o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelas autoridades no sentido de combater e detectar o tráfico de seres humanos, bem como a dificuldade existente no apuramento do número de indivíduos traficados no âmbito da exploração sexual, situação que se agrava ainda mais quando considerado o tráfico para fins de trabalho forçado ou de outro tipo.
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