A critical appraisal of the role of UCLAF / Brendan Joseph Quirke
In: Journal of Financial Crime.ISSN 1359-0790. Bingley. Vol. 14, nº 4 (2007) , p. 460-473Idioma: Inglês.Assunto: OLAF | FRAUDE COM FUNDOS COMUNITÁRIOS | PROTECÇÃO DOS INTERESSES FINANCEIROS DA COMUNIDADE Resumo: Baseado numa combinação entre entrevistas a funcionários da UE, Reino Unido e Irlanda, relatórios institucionais e fontes académicas, o articulista tece considerações acerca da missão da UCLAF, da sua cooperação com os estados-membros e do modo como esta dá conta das suas acções. O artigo procura fornecer, de forma detalhada, exemplos de investigações encetadas pela UCLAF, faz uma apreciação às críticas apontadas pelo Tribunal de Contas Europeu e pelo Comité de Peritos Independentes, aquando da investigação levada a cabo por estes, de alegadas práticas de fraude, nepotismo e má gestão na Comissão Europeia. Em jeito de conclusão, destaca um enfraquecimento na luta contra a fraude, dado o elevado grau de fragmentação resultante da multiplicidade de agências envolvidas, bem como um enfraquecimento da própria UCLAF, resultante da utilização deficiente de bases de dados de informação criminal e do emprego temporário de um rol significativo de funcionários.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28360 (Browse shelf) | Available |
* (CD 132).
Baseado numa combinação entre entrevistas a funcionários da UE, Reino Unido e Irlanda, relatórios institucionais e fontes académicas, o articulista tece considerações acerca da missão da UCLAF, da sua cooperação com os estados-membros e do modo como esta dá conta das suas acções. O artigo procura fornecer, de forma detalhada, exemplos de investigações encetadas pela UCLAF, faz uma apreciação às críticas apontadas pelo Tribunal de Contas Europeu e pelo Comité de Peritos Independentes, aquando da investigação levada a cabo por estes, de alegadas práticas de fraude, nepotismo e má gestão na Comissão Europeia. Em jeito de conclusão, destaca um enfraquecimento na luta contra a fraude, dado o elevado grau de fragmentação resultante da multiplicidade de agências envolvidas, bem como um enfraquecimento da própria UCLAF, resultante da utilização deficiente de bases de dados de informação criminal e do emprego temporário de um rol significativo de funcionários.
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