Understanding Stockholm syndrome / Nathalie de Fabrique... [et al.]
In: FBI Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V. 76, n. 7 (July 2007) , p. 10-15Idioma: Inglês.Assunto: SÍNDROMA DE ESTOCOLMO | TOMADA DE REFÉNS | PSICOLOGIA CRIMINAL | ESTADOS UNIDOS Resumo: Quando uma adolescente de 14 anos, libertada após 9 meses de presumível cativeiro, chora e lamenta a provável punição dos seus raptores/captores, a opinião pública americana não compreende que está perante um caso exemplar da Síndroma de Estocolmo. Por forma a ajudar as forças policiais e os serviços de aplicação da lei a lidar com esta síndroma, o artigo revisita a origem e a descoberta deste fenómeno, identifica as suas características, tenta compreender o processo psicológico que leva ao seu desenvolvimento e revela como os negociadores, para resolução pacífica de determinada situação, podem utilizar os sintomas genuinamente sentidos e revelados pelos reféns face aos captores, nomeadamente, através da sua humanização e individualização.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28188 (Browse shelf) | Available |
Também disponível em: https://www.fbi.gov/publications/leb/2007/july07leb.pdfhttps://www.fbi.gov/publications/leb/2007/july2007/july2007leb.htmAcedido em: 5 de Dezembro de 2007.
Quando uma adolescente de 14 anos, libertada após 9 meses de presumível cativeiro, chora e lamenta a provável punição dos seus raptores/captores, a opinião pública americana não compreende que está perante um caso exemplar da Síndroma de Estocolmo. Por forma a ajudar as forças policiais e os serviços de aplicação da lei a lidar com esta síndroma, o artigo revisita a origem e a descoberta deste fenómeno, identifica as suas características, tenta compreender o processo psicológico que leva ao seu desenvolvimento e revela como os negociadores, para resolução pacífica de determinada situação, podem utilizar os sintomas genuinamente sentidos e revelados pelos reféns face aos captores, nomeadamente, através da sua humanização e individualização.
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