What the little eye spied : the dos and don'ts of interviewing children / Joanna Pozzulo
In: Gazette.ISSN 1196-6513. Ottawa. Vol. 69, n.º 1 (2007) , p. 20-21Idioma: Inglês.Assunto: INQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA | TÉCNICAS DE ENTREVISTA | CRIME CONTRA CRIANÇAS | IDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS | ESTADOS UNIDOS | VÍTIMA Resumo: Pesquisas realizadas nas últimas décadas mostram que as crianças são capazes de fornecer testemunhos relevantes e detalhados sobre crimes de que foram vítimas ou que testemunharam. Contudo, os agentes policiais e judiciais deparam-se com incertezas quanto à precisão, veracidade e autenticidade desses testemunhos. Enumera-se algumas técnicas de entrevista que resultam em respostas imprecisas ou falsas e apresenta-se o protocolo "Step-Wise Interview", constituído por uma série de passos a seguir pelo entrevistador, através dos quais são colocadas questões abertas às crianças, com vista a minimizar o número de imprecisões e falsas declarações nas respostas obtidas. Aborda-se as dificuldades constatadas na utilização de bonecos anatomicamente detalhados para diagnosticar o abuso sexual de crianças, bem como, a necessidade de levar a criança a fazer avaliações comparativas quando lhe é solicitado que descreva o perpetrador em termos de estatura física e idade. Quanto ao reconhecimento e identificação de suspeitos, o articulista verifica que a identificação simultânea é mais eficaz e precisa do que a sequencial, constatando ainda maior eficácia na identificação através de eliminação, efectuada por crianças do grupo etário dos 4 aos 13 anos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28146 (Browse shelf) | Available |
Pesquisas realizadas nas últimas décadas mostram que as crianças são capazes de fornecer testemunhos relevantes e detalhados sobre crimes de que foram vítimas ou que testemunharam. Contudo, os agentes policiais e judiciais deparam-se com incertezas quanto à precisão, veracidade e autenticidade desses testemunhos. Enumera-se algumas técnicas de entrevista que resultam em respostas imprecisas ou falsas e apresenta-se o protocolo "Step-Wise Interview", constituído por uma série de passos a seguir pelo entrevistador, através dos quais são colocadas questões abertas às crianças, com vista a minimizar o número de imprecisões e falsas declarações nas respostas obtidas. Aborda-se as dificuldades constatadas na utilização de bonecos anatomicamente detalhados para diagnosticar o abuso sexual de crianças, bem como, a necessidade de levar a criança a fazer avaliações comparativas quando lhe é solicitado que descreva o perpetrador em termos de estatura física e idade. Quanto ao reconhecimento e identificação de suspeitos, o articulista verifica que a identificação simultânea é mais eficaz e precisa do que a sequencial, constatando ainda maior eficácia na identificação através de eliminação, efectuada por crianças do grupo etário dos 4 aos 13 anos.
There are no comments for this item.