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Cracking the BTK case : the FBI's Behavioural Analysis Unit is ready to help / James J. McNamara, Robert J. Morton

Autor: McNAMARA, James J.Co-autor: Morton, Robert J.In: Gazette.ISSN 1196-6513. Ottawa. Vol. 69, n.º 1 (2007) , p. 16-17Idioma: Inglês.Assunto: HOMICÍDIO EM SÉRIE | CRIME SEXUAL | PERFIL PSICOLÓGICO | ANÁLISE CRIMINAL | ESTRATÉGIA POLICIAL | ESTADOS UNIDOS Resumo: O homicida em série auto intitulado "BTK", que iniciara a sua actividade criminal em 1974, reemerge, colocando em sobressalto a Polícia de Wichita, no Kansas, levando o responsável pela investigação a solicitar auxílio ao "National Center for the Analysis of Violent Crime (NCAVC) do FBI. O NCAVC é composto por três "Behavioural Analysis Unit" (BAU) e pelo "Violent Criminal Apprehension Program" (ViCAP). Dá-se a conhecer o sucesso da cooperação entre o BAU-2 (que trata, entre outros, de casos de homicídios em série) e a "Task Force" responsável pela investigação, nomeadamente, pela concertação de estratégias de recolha, tratamento e divulgação controlada de informação sobre a comunicação entre o homicida e as autoridades policiais, pela elaboração do respectivo perfil criminal e pelo interrogatório ao criminoso, logo que detido.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ28146 (Browse shelf) Available

O homicida em série auto intitulado "BTK", que iniciara a sua actividade criminal em 1974, reemerge, colocando em sobressalto a Polícia de Wichita, no Kansas, levando o responsável pela investigação a solicitar auxílio ao "National Center for the Analysis of Violent Crime (NCAVC) do FBI. O NCAVC é composto por três "Behavioural Analysis Unit" (BAU) e pelo "Violent Criminal Apprehension Program" (ViCAP). Dá-se a conhecer o sucesso da cooperação entre o BAU-2 (que trata, entre outros, de casos de homicídios em série) e a "Task Force" responsável pela investigação, nomeadamente, pela concertação de estratégias de recolha, tratamento e divulgação controlada de informação sobre a comunicação entre o homicida e as autoridades policiais, pela elaboração do respectivo perfil criminal e pelo interrogatório ao criminoso, logo que detido.

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