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Ready in one hour? : time to dispel a few myths about criminal profiling / Pierre Nezan

Autor: NEZAN, PierreIn: Gazette.ISSN 1196-6513. Ottawa. Vol. 69, n.º 1 (2007) , p. 14-15Idioma: Inglês.Assunto: PERITO | ANÁLISE CRIMINAL | INFORMAÇÃO CRIMINAL | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | PERFIL PSICOLÓGICO | CANADÁ Resumo: A expressão "criminal profiling”, actualmente em voga no léxico popular, tem por base a "criminal investigative analysis", desenvolvida pelo "Behavioural Analysis Unit" (BAU) do FBI, consistindo num método sistemático, lógico e analítico de recolha da informação reunida no local do crime. O "profiler" reúne e interpreta o comportamento de um criminoso no local do crime, dá a sua opinião quanto às características do indivíduo que o teria perpetrado e disponibiliza estratégias para o estabelecimento de prioridades na determinação da lista de suspeitos. O presente artigo propõe-se esclarecer 5 mitos criados em torno do trabalho desenvolvido por estes profissionais: os “profilers” não resolvem crimes, apoiam a investigação, cabendo ao investigador criminal essa tarefa; têm formação em psicologia e uma vasta experiência em investigação criminal podendo, ocasionalmente, socorrer-se de contributos de especialistas clínicos em determinadas situações; não resolvem crimes numa hora, visto que a diversidade e o volume de vestígios recolhidos no local do crime carecem de análise científica rigorosa e, eventualmente, morosa; os criminosos, nomeadamente os sádicos, pretendem continuar com as suas fantasias desviantes e obsessivas, embora alguns tenham expressado o desejo de serem “apanhados”; não lideram a investigação criminal, apoiam os responsáveis, providenciam estratégias, analisam comportamentos, sendo, por isso, uma “ferramenta” ao serviço da investigação criminal.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ28146 (Browse shelf) Available

A expressão "criminal profiling”, actualmente em voga no léxico popular, tem por base a "criminal investigative analysis", desenvolvida pelo "Behavioural Analysis Unit" (BAU) do FBI, consistindo num método sistemático, lógico e analítico de recolha da informação reunida no local do crime. O "profiler" reúne e interpreta o comportamento de um criminoso no local do crime, dá a sua opinião quanto às características do indivíduo que o teria perpetrado e disponibiliza estratégias para o estabelecimento de prioridades na determinação da lista de suspeitos. O presente artigo propõe-se esclarecer 5 mitos criados em torno do trabalho desenvolvido por estes profissionais: os “profilers” não resolvem crimes, apoiam a investigação, cabendo ao investigador criminal essa tarefa; têm formação em psicologia e uma vasta experiência em investigação criminal podendo, ocasionalmente, socorrer-se de contributos de especialistas clínicos em determinadas situações; não resolvem crimes numa hora, visto que a diversidade e o volume de vestígios recolhidos no local do crime carecem de análise científica rigorosa e, eventualmente, morosa; os criminosos, nomeadamente os sádicos, pretendem continuar com as suas fantasias desviantes e obsessivas, embora alguns tenham expressado o desejo de serem “apanhados”; não lideram a investigação criminal, apoiam os responsáveis, providenciam estratégias, analisam comportamentos, sendo, por isso, uma “ferramenta” ao serviço da investigação criminal.

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