Entrevista [a] Rui Pereira, Ministro da Administração Interna
In: Segurança e Defesa. Lisboa. N. 4 (Agosto-Outubro 2007) , p. 12-19Idioma: Português.Assunto: ENTREVISTA | MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA | SEGURANÇA INTERNA | REFORMA POLICIAL | FORÇA DE SEGURANÇA Resumo: Nesta entrevista o Ministro da Administração Interna português responde a questões relacionadas com o seu Ministério, nomeadamente as principais alterações trazidas pela reforma da segurança interna; o quadro de ameaças que se regista actualmente e o tipo de criminalidade que merece especial atenção; a elevação do sistema de segurança interno através de uma equiparação do Secretário-Geral do Sistema de Informações a Secretário de Estado que depende do Primeiro-Ministro; considerações sobre as leis orgânicas da PSP e da GNR, com especial destaque para as alterações sofridas por esta última força de segurança; a distinção entre o conceito de segurança e o de defesa; o impacto que as reformas do Código Penal e de Processo Penal terão no desempenho das forças e serviços de segurança; a lei de política criminal e a autonomia do Ministério Público; actividades desenvolvidas ao nível da prevenção do terrorismo em Portugal e, por fim, o que se está a fazer e o que se espera no futuro relativamente ao trabalho desenvolvido pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e a sua repercussão na sinistralidade rodoviária.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28315 (Browse shelf) | Available |
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Nesta entrevista o Ministro da Administração Interna português responde a questões relacionadas com o seu Ministério, nomeadamente as principais alterações trazidas pela reforma da segurança interna; o quadro de ameaças que se regista actualmente e o tipo de criminalidade que merece especial atenção; a elevação do sistema de segurança interno através de uma equiparação do Secretário-Geral do Sistema de Informações a Secretário de Estado que depende do Primeiro-Ministro; considerações sobre as leis orgânicas da PSP e da GNR, com especial destaque para as alterações sofridas por esta última força de segurança; a distinção entre o conceito de segurança e o de defesa; o impacto que as reformas do Código Penal e de Processo Penal terão no desempenho das forças e serviços de segurança; a lei de política criminal e a autonomia do Ministério Público; actividades desenvolvidas ao nível da prevenção do terrorismo em Portugal e, por fim, o que se está a fazer e o que se espera no futuro relativamente ao trabalho desenvolvido pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e a sua repercussão na sinistralidade rodoviária.
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