Controlar remotamente o mar / A. Dias Correia
In: Revista da Armada.ISSN 0870-9343. Lisboa. Ano 37, nº 410 (Julho 2007) , p. 10-12Idioma: Português.Assunto: SEGURANÇA MARÍTIMA | VIGILÂNCIA MARÍTIMA | SISTEMA DE COMUNICAÇÃO Resumo: Há cada vez mais a ideia de que se pode controlar remotamente tudo, até o mar. A ideia de efectuar remotamente o seguimento de submarinos e navios não é nova. O sucesso do radar e os enormes avanços conseguidos na detecção submarina durante a Segunda Guerra Mundial estão na base de projectos práticos desde há mais de cinco décadas. Até há pouco tempo a compilação de um panorama de superfície era um exclusivo das Forças Armadas, nomeadamente da Marinha, obtido a partir de meios militares na área, nomeadamente navios de guerra e meios aéreos. A tecnologia, nos últimos anos, tem prometido muitas novidades e já apresentou vários novos sistemas, como o VTS costeiro e portuário, o MONICAP, o AIS, o LRIT, os satélites SAR e veículos não tripulados, que são capazes de fornecer remotamente, com facilidade, muita informação útil sobre a identificação, localização, previsão de movimentos, etc, de navios e embarcações.Em Portugal estão a ser implementados os novos projectos GMDSS, VTS e MONICAP que deverão ser para a Marinha novas fontes de informação para a compilação do panorama de superfície, o que será uma mais-valia importante para a localização de navios e embarcações, para a segurança marítima, para a salvaguarda da vida humana no mar e para a protecção da costa e do ambiente marinho. Neste artigo serão apresentados sumariamente os novos sistemas referidos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28205 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo. Também disponível em: https://www.marinha.pt/revista/index.asp?revista=ra_jul2007/default.html
Há cada vez mais a ideia de que se pode controlar remotamente tudo, até o mar. A ideia de efectuar remotamente o seguimento de submarinos e navios não é nova. O sucesso do radar e os enormes avanços conseguidos na detecção submarina durante a Segunda Guerra Mundial estão na base de projectos práticos desde há mais de cinco décadas. Até há pouco tempo a compilação de um panorama de superfície era um exclusivo das Forças Armadas, nomeadamente da Marinha, obtido a partir de meios militares na área, nomeadamente navios de guerra e meios aéreos. A tecnologia, nos últimos anos, tem prometido muitas novidades e já apresentou vários novos sistemas, como o VTS costeiro e portuário, o MONICAP, o AIS, o LRIT, os satélites SAR e veículos não tripulados, que são capazes de fornecer remotamente, com facilidade, muita informação útil sobre a identificação, localização, previsão de movimentos, etc, de navios e embarcações.Em Portugal estão a ser implementados os novos projectos GMDSS, VTS e MONICAP que deverão ser para a Marinha novas fontes de informação para a compilação do panorama de superfície, o que será uma mais-valia importante para a localização de navios e embarcações, para a segurança marítima, para a salvaguarda da vida humana no mar e para a protecção da costa e do ambiente marinho. Neste artigo serão apresentados sumariamente os novos sistemas referidos.
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