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The role of computer crime investigators in counter terrorism and intelligence gathering / Marcus Rogers

Autor: ROGERS, MarcusIn: Informant. Glen Allen, VA. Vol. 3, n.º 1 (March-June 2007) , p. 28, 42Idioma: Inglês.Assunto: CIBERTERRORISMO | CRIME INFORMÁTICO | ANÁLISE CRIMINAL | INFORMAÇÃO CRIMINAL | ESTADOS UNIDOS Resumo: O papel do investigador criminal tem vindo a modificar-se. O mundo mudou, a natureza do crime tornou-se mais complexa. As linhas de separação entre criminosos, organizações criminosas e grupos terroristas, são praticamente inexistentes. Perante a rápida evolução tecnológica, na qual a internet assume um papel preponderante, verifica-se que as organizações criminosas e terroristas utilizam estas novas tecnologias com vista a recrutar membros e apoiantes, a publicitar as suas actividades e ideais, a angariar fundos e, também, como um meio privilegiado para comunicar e recolher informações. Tendo presente este tipo de problemáticas dá-se a conhecer o "Joint Terrorism Task Force" do FBI, cujo objectivo consiste em incentivar e coordenar os diferentes órgãos policiais (SLE) estaduais, locais ou os que prestam serviço em comunidades índias (Tribal Law Enforcement Agencies), a recolher, partilhar e disponibilizar informação para a luta contra o terrorismo. A existência, nas SLE, de investigadores devidamente formados é fundamental. A conversão do investigador especializado em criminalidade informática, para uma área mais abrangente da recolha de informação pertinente no combate ao terrorismo, requer uma formação de aperfeiçoamento mínima, que poderá ser ministrada por instituições identificadas no presente artigo.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27943 (Browse shelf) Available

(*) CD 294.

O papel do investigador criminal tem vindo a modificar-se. O mundo mudou, a natureza do crime tornou-se mais complexa. As linhas de separação entre criminosos, organizações criminosas e grupos terroristas, são praticamente inexistentes. Perante a rápida evolução tecnológica, na qual a internet assume um papel preponderante, verifica-se que as organizações criminosas e terroristas utilizam estas novas tecnologias com vista a recrutar membros e apoiantes, a publicitar as suas actividades e ideais, a angariar fundos e, também, como um meio privilegiado para comunicar e recolher informações. Tendo presente este tipo de problemáticas dá-se a conhecer o "Joint Terrorism Task Force" do FBI, cujo objectivo consiste em incentivar e coordenar os diferentes órgãos policiais (SLE) estaduais, locais ou os que prestam serviço em comunidades índias (Tribal Law Enforcement Agencies), a recolher, partilhar e disponibilizar informação para a luta contra o terrorismo. A existência, nas SLE, de investigadores devidamente formados é fundamental. A conversão do investigador especializado em criminalidade informática, para uma área mais abrangente da recolha de informação pertinente no combate ao terrorismo, requer uma formação de aperfeiçoamento mínima, que poderá ser ministrada por instituições identificadas no presente artigo.

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