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Ontological boundaries and temporal watersheds in the development of white-collar crime / John P. Locker, Barry Godfrey

Autor: LOCKER, John P.Co-autor: GODFREY, BarryIn: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 46, n.º 6 (November 2006) , p. 976-992Idioma: Inglês.Assunto: CRIME DE COLARINHO BRANCO | FRAUDE FINANCEIRA | EMPRESA Resumo: O período compreendido entre 1750-1850 foi um ponto de viragem na história relativa ao local de trabalho e ao crime de colarinho branco. Apropriações anteriormente legitimadas por noções de direito consuetudinário eram agora cada vez mais olhadas como "furto de pequenos valores". Durante o mesmo período, as oportunidades para o furto por parte dos empregados foram ampliadas pelas alterações no mundo comercial que abriu a arena do trabalho a novas vulnerabilidades. Esta época testemunhou o alastramento e a emergência sem precedente de crimes financeiros - tais como a fraude e o desvio de fundos - frequentemente perpetrados por respeitáveis delinquentes da classe média. Este artigo traça as mudanças-chave a nível social, jurídico e organizacional que, de forma tão substancial tanto reestruturaram as práticas de crime no local de trabalho, como também estabeleceram as fronteiras ontológicas do crime de colarinho branco que em larga medida moldaram a agenda de pesquisas.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27908 (Browse shelf) Available

(*) CD217. Tradução do resumo inserto no próprio artigo.

O período compreendido entre 1750-1850 foi um ponto de viragem na história relativa ao local de trabalho e ao crime de colarinho branco. Apropriações anteriormente legitimadas por noções de direito consuetudinário eram agora cada vez mais olhadas como "furto de pequenos valores". Durante o mesmo período, as oportunidades para o furto por parte dos empregados foram ampliadas pelas alterações no mundo comercial que abriu a arena do trabalho a novas vulnerabilidades. Esta época testemunhou o alastramento e a emergência sem precedente de crimes financeiros - tais como a fraude e o desvio de fundos - frequentemente perpetrados por respeitáveis delinquentes da classe média. Este artigo traça as mudanças-chave a nível social, jurídico e organizacional que, de forma tão substancial tanto reestruturaram as práticas de crime no local de trabalho, como também estabeleceram as fronteiras ontológicas do crime de colarinho branco que em larga medida moldaram a agenda de pesquisas.

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