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DNA detection / John Bond

Autor: BOND, JohnIn: Police Review.ISSN 0309-1414. London. V. 115, n. 5920 (23 March 2007) , p. 26-27Idioma: Inglês.Assunto: ADN | RECOLHA DA PROVA | ANÁLISE DE VESTÍGIOS | VALOR PROBATÓRIO | ANÁLISE LABORATORIAL Resumo: Investigadores têm realizado pesquisas sobre os factores que influenciam o sucesso ou o falhanço das provas de ADN que levam à detenção dos suspeitos. Aborda-se a importância do correcto e rápido processamento das amostras de ADN, no local do crime, por agentes devidamente credenciados. A pesquisa levada a cabo pela "Northamptonshire Police's Scientific Suport Unit" classificou 7 (sete) origens diferentes de ADN e etiquetou-as quanto à sua mobilidade: sangue e sémen, como provas não-móveis, mais consistentes na sua utilização em tribunal; pontas de cigarro, saliva, pastilhas elásticas, cabelo e células, como provas móveis, que facilmente se transferem de pessoa para pessoa ou de objecto para objecto e, portanto, são menos consistente em tribunal. Propõe-se a atribuição de maior ênfase ao trabalho de processamento das provas de ADN para lá do local do crime, nos laboratórios especializados e nas bases de dados onde toda a informação fica guardada e disponível aos investigadores.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27898 (Browse shelf) Available

(*).

Investigadores têm realizado pesquisas sobre os factores que influenciam o sucesso ou o falhanço das provas de ADN que levam à detenção dos suspeitos. Aborda-se a importância do correcto e rápido processamento das amostras de ADN, no local do crime, por agentes devidamente credenciados. A pesquisa levada a cabo pela "Northamptonshire Police's Scientific Suport Unit" classificou 7 (sete) origens diferentes de ADN e etiquetou-as quanto à sua mobilidade: sangue e sémen, como provas não-móveis, mais consistentes na sua utilização em tribunal; pontas de cigarro, saliva, pastilhas elásticas, cabelo e células, como provas móveis, que facilmente se transferem de pessoa para pessoa ou de objecto para objecto e, portanto, são menos consistente em tribunal. Propõe-se a atribuição de maior ênfase ao trabalho de processamento das provas de ADN para lá do local do crime, nos laboratórios especializados e nas bases de dados onde toda a informação fica guardada e disponível aos investigadores.

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