Making your home a shelter : electronic monitoring and victim re-entry in domestic violence cases / Edna Erez, Peter R. Ibarra
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 47, n. 1 (January 2007) , p. 100-120Idioma: Inglês.Assunto: VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | VITIMAÇÃO | MEDIDAS DE SEGURANÇA Resumo: O desenvolvimento da Monitorização Electrónica Bilateral (MEB) exemplifica como as mudanças na "cultura de controlo" (Garland, 2001), incluindo uma atenção especial sobre o bem-estar emocional das vítimas de violência doméstica e a integração em processos, pode alterar o dia-a-dia dos parceiros abusados. Como estratégia de protecção, o MEB dá às vítimas uma alternativa de realojamento num abrigo. O sentimento subjectivo de segurança criado pelo envolvimento no programa emerge gradualmente, à medida que os ambientes quotidianos são re-avaliados à luz da ausência de um parceiro que se torna estranho, através de interacções sociais com membros da família, amigos, e agentes da justiça; e, à medida que se desenvolve a percepção do que significa ser "protegido". O recurso à tecnologia MEB para promover o bem-estar da vítima mais do que uma ferramenta estritamente probatória sugere que esta expressão do novo paradigma de justiça está orientada para a re-integração da vítima na sociedade civil.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ27859 (Browse shelf) | Available |
Tradução do resumo inserto no próprio artigo.
O desenvolvimento da Monitorização Electrónica Bilateral (MEB) exemplifica como as mudanças na "cultura de controlo" (Garland, 2001), incluindo uma atenção especial sobre o bem-estar emocional das vítimas de violência doméstica e a integração em processos, pode alterar o dia-a-dia dos parceiros abusados. Como estratégia de protecção, o MEB dá às vítimas uma alternativa de realojamento num abrigo. O sentimento subjectivo de segurança criado pelo envolvimento no programa emerge gradualmente, à medida que os ambientes quotidianos são re-avaliados à luz da ausência de um parceiro que se torna estranho, através de interacções sociais com membros da família, amigos, e agentes da justiça; e, à medida que se desenvolve a percepção do que significa ser "protegido". O recurso à tecnologia MEB para promover o bem-estar da vítima mais do que uma ferramenta estritamente probatória sugere que esta expressão do novo paradigma de justiça está orientada para a re-integração da vítima na sociedade civil.
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