Lien familial et détention en Europe / Isabelle Delens-Ravier
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 59, n. 4 (Octobre-Décembre 2006) , p. 481-492Idioma: Francês.Assunto: POLÍTICA PRISIONAL | ANÁLISE PSICOLÓGICA | ANÁLISE SOCIAL | FAMÍLIA | PRESO Resumo: A problemática da prisão é aqui abordada considerando o impacto da detenção nas famílias dos detidos e nos seus filhos, que sofrem os efeitos da estigmatização inevitável. Tanto mais que a separação provocada pela detenção de um dos pais tem incidências importantes sobre o desenvolvimento psíquico e social dos filhos. As normas internacionais consagram o princípio da necessidade de manutenção de uma relação, tanto em benefício do filho como do progenitor, o que atribui uma dupla responsabilidade aos Estados. A partir de um panorama europeu, o artigo coloca em evidência os fundamentos das intervenções psicossociais na prisão visando a sustentabilidade e a manutenção de uma vida familiar, mesmo quando um dos progenitores se encontra detido, sem ocultar apostas políticas e institucionais de tais práticas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ27610 (Browse shelf) | Available |
Tradução do resumo inserto no próprio artigo. Publicação integral disponível em: https://www.polymedia.ch/htdocs/Files/Criminologie/CR-archives/RICPTS_2006-04.pdf.pdf.Acedido a 05 de Agosto de 2011.
A problemática da prisão é aqui abordada considerando o impacto da detenção nas famílias dos detidos e nos seus filhos, que sofrem os efeitos da estigmatização inevitável. Tanto mais que a separação provocada pela detenção de um dos pais tem incidências importantes sobre o desenvolvimento psíquico e social dos filhos. As normas internacionais consagram o princípio da necessidade de manutenção de uma relação, tanto em benefício do filho como do progenitor, o que atribui uma dupla responsabilidade aos Estados. A partir de um panorama europeu, o artigo coloca em evidência os fundamentos das intervenções psicossociais na prisão visando a sustentabilidade e a manutenção de uma vida familiar, mesmo quando um dos progenitores se encontra detido, sem ocultar apostas políticas e institucionais de tais práticas.
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