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As instituições e unidades de segurança na Suécia : o lado fechado de um sistema aberto / Helena Parada Coelho

Autor: COELHO, Helena ParadaIn: Temas penitenciários. Lisboa. N.º 2 (1988) , p. 35-54Idioma: Português.Assunto: MEDIDAS DE SEGURANÇA | PESSOAL PENITENCIÁRIO | SUÉCIA | ESTABELECIMENTO PRISIONAL Resumo: "Partindo do princípio de que todos os sistemas penitenciários têm de enfrentar, entre a sua população, uma percentagem residual de delinquentes cujo comportamento criminal e/ou prisional impõe maiores cuidados a nível de segurança, propusemo-nos averiguar, em relação a um sistema penitenciário (re)conhecido sobretudo pela sua feição liberal, quais as categorias de reclusos para quem uma segurança reforçada é pensada e as principais características do internamento nessas condições. Tentaremos, ao longo deste trabalho, traçar um quadro que permita compreender: quem é perigoso, na perspectiva do sistema penitenciário sueco, ou seja, a quem, e em que fase da execução da pena, são negadas as oportunidades de abertura e de contacto com o exterior oferecidas à maioria da população prisional; com que critérios são tais reclusos seleccionados...; que problemas específicos levantam a organização e a gestão dos estabelecimentos de maior segurança...".
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27747 (Browse shelf) Available

Excertos do trabalho elaborado em 1984, na sequência de uma bolsa de investigação criminológica patrocinada pelo Conselho da Europa, de 15 de Agosto a 15 de Setembro de 1983.

"Partindo do princípio de que todos os sistemas penitenciários têm de enfrentar, entre a sua população, uma percentagem residual de delinquentes cujo comportamento criminal e/ou prisional impõe maiores cuidados a nível de segurança, propusemo-nos averiguar, em relação a um sistema penitenciário (re)conhecido sobretudo pela sua feição liberal, quais as categorias de reclusos para quem uma segurança reforçada é pensada e as principais características do internamento nessas condições. Tentaremos, ao longo deste trabalho, traçar um quadro que permita compreender: quem é perigoso, na perspectiva do sistema penitenciário sueco, ou seja, a quem, e em que fase da execução da pena, são negadas as oportunidades de abertura e de contacto com o exterior oferecidas à maioria da população prisional; com que critérios são tais reclusos seleccionados...; que problemas específicos levantam a organização e a gestão dos estabelecimentos de maior segurança...".

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