Police training and specialized approaches to respond to people with mental illnesses [Recurso eletrónico] / Judy Hails, Randy Borum
In: Crime & Delinquency.ISSN 1552-387X. Thousand Oaks, CA. Vol. 49, n. 1 (January 2003) , p. 52-61Idioma: Inglês.Assunto: FORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA | DOENÇA MENTAL | ESTUDO DE CASOS | ESTADOS UNIDOS Resumo: São muito significativos os números de solicitações de intervenção das forças da ordem em situações que envolvem pessoas com distúrbios ou doenças mentais. Os responsáveis policiais compreendem que estas situações colocam problemas operacionais, nomeadamente, quanto ao número de agentes destacados e quanto ao tempo despendido. A informação prestada pelos agentes policiais relativa à falta de formação específica nesta área poderá igualmente ser uma mais-valia para as chefias. Apresenta-se o resultado de um estudo centrado num questionário que visa actualizar os dados de um levantamento efectuado entre 1996 e 1999. O referido questionário assenta em duas questões: qual a extensão da formação especializada no treino de recruta e na formação contínua dos agentes; existência de resposta especializada a estas solicitações. Constata-se que o número de horas de formação especializada, tanto na recruta como na formação contínua é baixo, e que também é baixo o número de unidades de resposta especializada em funcionamento. Conclui-se que a formação específica de todos os agentes policiais não é a resposta ao problema. Deve-se identificar e seleccionar os agentes com melhores condições, aptidões e disponibilidade, providenciar-lhes formação especializada intensiva e colocá-los na primeira linha de resposta a estas solicitações específicas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD26 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 217 Kb em formato pdf.
São muito significativos os números de solicitações de intervenção das forças da ordem em situações que envolvem pessoas com distúrbios ou doenças mentais. Os responsáveis policiais compreendem que estas situações colocam problemas operacionais, nomeadamente, quanto ao número de agentes destacados e quanto ao tempo despendido. A informação prestada pelos agentes policiais relativa à falta de formação específica nesta área poderá igualmente ser uma mais-valia para as chefias. Apresenta-se o resultado de um estudo centrado num questionário que visa actualizar os dados de um levantamento efectuado entre 1996 e 1999. O referido questionário assenta em duas questões: qual a extensão da formação especializada no treino de recruta e na formação contínua dos agentes; existência de resposta especializada a estas solicitações. Constata-se que o número de horas de formação especializada, tanto na recruta como na formação contínua é baixo, e que também é baixo o número de unidades de resposta especializada em funcionamento. Conclui-se que a formação específica de todos os agentes policiais não é a resposta ao problema. Deve-se identificar e seleccionar os agentes com melhores condições, aptidões e disponibilidade, providenciar-lhes formação especializada intensiva e colocá-los na primeira linha de resposta a estas solicitações específicas.
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