An investigation of the clinical use of the House-Tree-Person Projective Drawings in the psychological evaluation of child sexual abuse [Recurso eletrónico] / Lance Palmer, Anne R. Farrar, Maria Valle, Nourinan Ghahary, Michael Panella, Donna Degraw
Autor institucional: AN INVESTIGATION OF THE CLINICAL USE OF THE HOUSE-TREE-PERSON PROJECTIVE DRAWINGS IN THE PSYCHOLOGICAL EVALUATION OF CHILD SEXUAL ABUSEIn: Child Maltreatment.ISSN 1552-6119. Thousand Oaks, CA. Vol. 5, n. 2 (May 2000) , p. 169-175Idioma: Inglês.Assunto: CRIME SEXUAL | MAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS | ESTUDO DE CASOS | ESTADOS UNIDOS | PSICOLOGIA CLÍNICA Resumo: Apresenta-se uma investigação levada a cabo para avaliar a validade clínica e o uso da ferramenta de diagnóstico "House-Tree-Person (HTP) Projective Drawings" (que se baseia em técnicas de projecção ou exteriorização de imagens mentais através de desenhos), na identificação e avaliação de crianças vítimas de abuso sexual. A partir da recolha de desenhos HTP de uma amostra de 47 crianças sexualmente abusadas, e comparando-a com outra amostra de 82 crianças que não foram vítimas de abuso sexual, os autores efectuaram uma análise funcional comparativa reportando não se conseguir estabelecer padrões de fiabilidade aceitáveis. Concluiram que, até prova clínica em contrário, a ferramenta em análise não deve ser utilizada na identificação ou confirmação de abuso sexual contra crianças.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD26 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 141 Kb em formato pdf.
Apresenta-se uma investigação levada a cabo para avaliar a validade clínica e o uso da ferramenta de diagnóstico "House-Tree-Person (HTP) Projective Drawings" (que se baseia em técnicas de projecção ou exteriorização de imagens mentais através de desenhos), na identificação e avaliação de crianças vítimas de abuso sexual. A partir da recolha de desenhos HTP de uma amostra de 47 crianças sexualmente abusadas, e comparando-a com outra amostra de 82 crianças que não foram vítimas de abuso sexual, os autores efectuaram uma análise funcional comparativa reportando não se conseguir estabelecer padrões de fiabilidade aceitáveis. Concluiram que, até prova clínica em contrário, a ferramenta em análise não deve ser utilizada na identificação ou confirmação de abuso sexual contra crianças.
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