How sexual abuse interviews go astray [Recurso eletrónico] : implications for prosecutors, police, and child protection services / James M. Woods, Sena Garven
In: Child Maltreatment.ISSN 1552-6119. Thousand Oaks, CA. Vol. 5, n. 2 (May 2000) , p. 109-118Idioma: Inglês.Assunto: CRIME SEXUAL | TÉCNICAS DE ENTREVISTA | VALOR PROBATÓRIO DO TESTEMUNHO | ESTADOS UNIDOS | CRIANÇA Resumo: Sempre que um funcionário de polícia faz uma entrevista deverá observar determinados procedimentos, para não pôr em risco o êxito de uma investigação. Se o entrevistado for uma criança será aconselhável uma especial atenção, sublinhando o artigo que, por exemplo, uma entrevista mal conduzida feita a crianças abusadas sexualmente pode levar a distorções e seguir duas más direcções: a entrevista tecnicamente incorrecta pode potenciar falsos testemunhos; a entrevista desastrada que, embora possa não produzir falsos testemunhos, pode ter efeitos nefastos na criança entrevistada. O artigo aborda, clarifica e distingue-as, sugerindo que a mais comum é a entrevista dita desastrada e mostra os efeitos e as implicações para o Ministério Público, para a polícia, e para os serviços sociais de protecção de crianças. O articulista afirma, ainda, que esta é a mais difícil de eliminar e a mais resistente às tentativas de mudança.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD26 (Browse shelf) | Available |
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Sempre que um funcionário de polícia faz uma entrevista deverá observar determinados procedimentos, para não pôr em risco o êxito de uma investigação. Se o entrevistado for uma criança será aconselhável uma especial atenção, sublinhando o artigo que, por exemplo, uma entrevista mal conduzida feita a crianças abusadas sexualmente pode levar a distorções e seguir duas más direcções: a entrevista tecnicamente incorrecta pode potenciar falsos testemunhos; a entrevista desastrada que, embora possa não produzir falsos testemunhos, pode ter efeitos nefastos na criança entrevistada. O artigo aborda, clarifica e distingue-as, sugerindo que a mais comum é a entrevista dita desastrada e mostra os efeitos e as implicações para o Ministério Público, para a polícia, e para os serviços sociais de protecção de crianças. O articulista afirma, ainda, que esta é a mais difícil de eliminar e a mais resistente às tentativas de mudança.
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