Ineficiência do sistema judicial em Portugal : uma exploração quantitativa / Nuno Garoupa, Ana Maria Simões, Vitor Silveira
In: Sub Judice - Justiça e Sociedade.ISSN 0872-2137. Coimbra. N. 34 (Janeiro-Março 2006) , p. 127-144Idioma: Português.Assunto: SISTEMA DE JUSTIÇA PENAL | ANÁLISE ECONÓMICA | ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Resumo: Neste ensaio argumentamos que o sistema jurídico português é um dos principais obstáculos ao crescimento económico através de uma exploração quantitativa. Começamos por identificar as principais consequências da ineficiência do sistema jurídico no sentido lato; cumprimos este objectivo através de um exercício de "benchmarking". Por um lado, apresentamos alguns indicadores que podem ser utilizados na avaliação do sistema jurídico como instrumentos para a tomada de decisões sobre reformas no sector. Por outro lado, mostramos que a mais importante estratégia seguida pelos governos portugueses no que toca ao sistema jurídico (ou seja, a expansão da capacidade da rede de tribunais) tem sido contraproducente e tem contribuído para a crise actual (em contraste com opiniões recentes expressadas pelo actual Governo e pelos mais variados juristas).| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCompra (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo.
Neste ensaio argumentamos que o sistema jurídico português é um dos principais obstáculos ao crescimento económico através de uma exploração quantitativa. Começamos por identificar as principais consequências da ineficiência do sistema jurídico no sentido lato; cumprimos este objectivo através de um exercício de "benchmarking". Por um lado, apresentamos alguns indicadores que podem ser utilizados na avaliação do sistema jurídico como instrumentos para a tomada de decisões sobre reformas no sector. Por outro lado, mostramos que a mais importante estratégia seguida pelos governos portugueses no que toca ao sistema jurídico (ou seja, a expansão da capacidade da rede de tribunais) tem sido contraproducente e tem contribuído para a crise actual (em contraste com opiniões recentes expressadas pelo actual Governo e pelos mais variados juristas).
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