O terrorismo e a transformação do planeamento estratégico de segurança nacional dos EUA / João Vieira Borges
In: Nação e Defesa.ISSN 0870-757X. Lisboa. 3ª Série, nº 114 (Verão 2006) , p. 193-227Idioma: Português.Assunto: TERRORISMO | SEGURANÇA INTERNA | DEFESA NACIONAL | ESTADOS UNIDOS Resumo: Este artigo faz a associação entre o terrorismo transnacional e a transformação que se vem verificando no planeamento estratégico da segurança nacional dos EUA desde o 11 de Setembro. O autor começa por caracterizar o planeamento estratégico americano, descrevendo os objectivos de cada um dos doze documentos analisados. Identifica, ainda, a hierarquia entre os diferentes documentos e a sua evolução em termos de pensamento estratégico. Justifica depois a relação entre o combate ao terrorismo transnacional e a transformação no planeamento estratégico dos EUA (como "detonador", como "denominador comum" e como "capital" das opções políticas e estratégicas), que deu lugar à multiplicação de novas estratégias nacionais de cariz pragmático, funcional e conjuntural. Termina com considerações finais em que destaca a importância das estratégias nacionais americanas como instrumento de comunicação, de coordenação e de maior ligação entre vários actores, mas também como instrumento de acção e dissuasão de uma "Nação em Guerra".| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ27499 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo.
Este artigo faz a associação entre o terrorismo transnacional e a transformação que se vem verificando no planeamento estratégico da segurança nacional dos EUA desde o 11 de Setembro. O autor começa por caracterizar o planeamento estratégico americano, descrevendo os objectivos de cada um dos doze documentos analisados. Identifica, ainda, a hierarquia entre os diferentes documentos e a sua evolução em termos de pensamento estratégico. Justifica depois a relação entre o combate ao terrorismo transnacional e a transformação no planeamento estratégico dos EUA (como "detonador", como "denominador comum" e como "capital" das opções políticas e estratégicas), que deu lugar à multiplicação de novas estratégias nacionais de cariz pragmático, funcional e conjuntural. Termina com considerações finais em que destaca a importância das estratégias nacionais americanas como instrumento de comunicação, de coordenação e de maior ligação entre vários actores, mas também como instrumento de acção e dissuasão de uma "Nação em Guerra".
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