Expert decision making in burglars / Claire Nee, Amy Meenaghan
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 46, n. 5 (September 2006) , p. 935-949Idioma: Inglês.Assunto: ASSALTO A RESIDÊNCIA | ESTUDO DE CASOS | REINO UNIDO Resumo: Este documento começa por analisar as pesquisas sobre o processo cognitivo utilizado por assaltantes de residências quando escolhem alvos. Tentamos, em seguida, estabelecer ligações entre este processo e a noção de especialização na literatura cognitiva mais ampla, na medida em que, em comparação com principiantes, o processo parece arredado de uma deliberação explícita, sendo as acções realizadas de uma forma célere e metódica e o reconhecimento dos estímulos ou sinais relevantes extremamente veloz, se não instantâneo. Apresentamos, depois, novos dados a partir de entrevistas com 50 assaltantes de residências, com experiência. Fazemos uma abordagem à decisão inicial de fazer um assalto e à selecção do alvo, seguida pela primeira vez no Reino Unido, de uma análise das estratégias de actuação no interior da residência. Quarenta e cinco dos 50 assaltantes tiveram um padrão de actuação previsível e 37 descreveram espontaneamente as suas actuações, utilizando termos que significavam automaticidade – uma característica que subjaz aos conhecimentos específicos. Analisamos as implicações destas conclusões em termos de prevenção criminal primária e secundária.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ27363 (Browse shelf) | Available |
Tradução do resumo inserto no próprio artigo.
Este documento começa por analisar as pesquisas sobre o processo cognitivo utilizado por assaltantes de residências quando escolhem alvos. Tentamos, em seguida, estabelecer ligações entre este processo e a noção de especialização na literatura cognitiva mais ampla, na medida em que, em comparação com principiantes, o processo parece arredado de uma deliberação explícita, sendo as acções realizadas de uma forma célere e metódica e o reconhecimento dos estímulos ou sinais relevantes extremamente veloz, se não instantâneo. Apresentamos, depois, novos dados a partir de entrevistas com 50 assaltantes de residências, com experiência. Fazemos uma abordagem à decisão inicial de fazer um assalto e à selecção do alvo, seguida pela primeira vez no Reino Unido, de uma análise das estratégias de actuação no interior da residência. Quarenta e cinco dos 50 assaltantes tiveram um padrão de actuação previsível e 37 descreveram espontaneamente as suas actuações, utilizando termos que significavam automaticidade – uma característica que subjaz aos conhecimentos específicos. Analisamos as implicações destas conclusões em termos de prevenção criminal primária e secundária.
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