People's perceptions of their likely future risk of criminal victimization / Jason Ditton, Derek Chadee
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 46, n. 3 (May 2006) , p. 505-518Idioma: Inglês.Assunto: CRIMINALIDADE | MEDO DO CRIME | VITIMAÇÃO | ESTUDO DE CASOS | TRINDADE E TOBAGO Resumo: Os estudos sobre criminalidade questionam usualmente os inquiridos sobre qual o grau de probabilidade de os mesmos serem vítimas de um crime no ano seguinte ao do inquérito. O estudo de um painel longitudinal da terceira vaga conduzido em Trinidad (ilha mais meridional do arquipélago das Caraíbas) não foi excepção. Este design permite um exame tanto do grau em que as previsões se baseiam na experiência passada, como de precisão, ou de outro modo, dessas previsões quando comparadas com acontecimentos subsequentes. A análise revelou que os inquiridos não baseiam as previsões na experiência, são usualmente pessimistas e que isso não é confirmado pela sua experiência posterior. Sugere-se que mais do que estar envolvido em cálculos matemáticos de probabilidades, é mais provável que os inquiridos recorram à heurística que pode ser completamente falaciosa, da perspectiva da teoria das probabilidades, mas útil e válida, no entanto, embora um tanto obscura.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ27263 (Browse shelf) | Available |
Tradução do resumo inserto no próprio artigo.
Os estudos sobre criminalidade questionam usualmente os inquiridos sobre qual o grau de probabilidade de os mesmos serem vítimas de um crime no ano seguinte ao do inquérito. O estudo de um painel longitudinal da terceira vaga conduzido em Trinidad (ilha mais meridional do arquipélago das Caraíbas) não foi excepção. Este design permite um exame tanto do grau em que as previsões se baseiam na experiência passada, como de precisão, ou de outro modo, dessas previsões quando comparadas com acontecimentos subsequentes. A análise revelou que os inquiridos não baseiam as previsões na experiência, são usualmente pessimistas e que isso não é confirmado pela sua experiência posterior. Sugere-se que mais do que estar envolvido em cálculos matemáticos de probabilidades, é mais provável que os inquiridos recorram à heurística que pode ser completamente falaciosa, da perspectiva da teoria das probabilidades, mas útil e válida, no entanto, embora um tanto obscura.
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