O processo de "intelligence" : o indespensável contributo dos profissionais de Polícia para a computorização / F. Cruz Passos
In: Revista de Investigação Criminal.ISSN 0870-4228. Porto. N.º 5 (Novembro 1981) , p. 25-27Idioma: Português.Assunto: ANÁLISE DA INFORMAÇÃO Resumo: " No processo de "intelligence", desde a colecta, passando pela valoração, colação, análise e disseminação, até à reavaliação das informações, as fundamentais operações devem ser executadas por experimentados investigadores criminais, sem prejuízo duma formação complementar do domínio da análise.Nesse processo de que resultará tanto a informação táctica de que carece o investigador em todo o curso da sua investigação sobre determinado caso, como a informação estratégica indispensável à prevenção e repressão de crime organizado, o computador pode constituir um auxiliar importante.Pretende-se aqui mostrar que, até na concepção do sistema de computorização, é imprescindível a participação dos profissionais de polícia e que, sem essa participação, o sistema construido poderá ser intrinsecamente perfeito mas, certamente, será estéril. É o que tentaremos, a seguir, exemplificar nos limites da informação táctica."| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ7226 (Browse shelf) | Available |
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" No processo de "intelligence", desde a colecta, passando pela valoração, colação, análise e disseminação, até à reavaliação das informações, as fundamentais operações devem ser executadas por experimentados investigadores criminais, sem prejuízo duma formação complementar do domínio da análise.Nesse processo de que resultará tanto a informação táctica de que carece o investigador em todo o curso da sua investigação sobre determinado caso, como a informação estratégica indispensável à prevenção e repressão de crime organizado, o computador pode constituir um auxiliar importante.Pretende-se aqui mostrar que, até na concepção do sistema de computorização, é imprescindível a participação dos profissionais de polícia e que, sem essa participação, o sistema construido poderá ser intrinsecamente perfeito mas, certamente, será estéril. É o que tentaremos, a seguir, exemplificar nos limites da informação táctica."
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