The EU and US : friends or rivals? / Fraser Cameron
In: Nação e Defesa.ISSN 0870-757X. Lisboa. 3ª Série,n.112 (Outono/Inverno 2005) , p.51-63Idioma: Português.Assunto: POLÍTICA ECONÓMICA | POLÍTICA SOCIAL | ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS | COOPERAÇÃO INTERNACIONAL | UNIÃO EUROPEIA | ESTADOS UNIDOS Resumo: As boas relações entre a União Europeia e os EUA são essenciais para a estabilidade global.Mas as actuais relações transatlânticas permanecem constrangidas sobretudo como resultado da guerra no Iraque e da abordagem unilateral da primeira administração George W. Bush.As divergências entre UE-EUA têm aumentado nas áreas políticas e estratégicas bem como nas áreas económicas e sociais. Uma das maiores divergências incide sobre a governação global e sobre o papel atribuído à ONU e a outras instituições multilaterais. Também existe um elevado grau de anti-americanismo (ou de oposição às políticas da administração Bush) na Europa, e de ressentimento para com a Europa (ou melhor, para com a França e Alemanha) nos EUA. A UE não tem ideia de como lidar com a única superpotência mundial. Normalmente prefere-se o bilateral aos canais europeus. Mas as actuais estruturas UE-EUA não permitem uma discussão séria sobre muitas destas diferenças. Nem a OTAN é uma estrutura adequada para um diálogo estratégico transatlântico, como o chanceler Schroeder referiu na Conferência Wehrkunde, em Munique, em Janeiro de 2005.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ26875 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo.
As boas relações entre a União Europeia e os EUA são essenciais para a estabilidade global.Mas as actuais relações transatlânticas permanecem constrangidas sobretudo como resultado da guerra no Iraque e da abordagem unilateral da primeira administração George W. Bush.As divergências entre UE-EUA têm aumentado nas áreas políticas e estratégicas bem como nas áreas económicas e sociais. Uma das maiores divergências incide sobre a governação global e sobre o papel atribuído à ONU e a outras instituições multilaterais. Também existe um elevado grau de anti-americanismo (ou de oposição às políticas da administração Bush) na Europa, e de ressentimento para com a Europa (ou melhor, para com a França e Alemanha) nos EUA. A UE não tem ideia de como lidar com a única superpotência mundial. Normalmente prefere-se o bilateral aos canais europeus. Mas as actuais estruturas UE-EUA não permitem uma discussão séria sobre muitas destas diferenças. Nem a OTAN é uma estrutura adequada para um diálogo estratégico transatlântico, como o chanceler Schroeder referiu na Conferência Wehrkunde, em Munique, em Janeiro de 2005.
There are no comments for this item.