Prison riots, social order and the problem of legitimacy / Eamonn Carrabine
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. V.45,n.6 (November 2005) , p.896-913Idioma: Inglês.Assunto: SUBLEVAÇÃO DE DETIDOS | ORDEM SOCIAL | ESTABELECIMENTO PRISIONAL Resumo: O presente estudo coloca as teses de maior impacto sobre motins prisionais em relação com o problema da ordem, tal como é concebido em teoria social. Embora reconheça que a síntese de Useem e Kimball (1989) relativa às perspectivas de desorganização e privação permanece como a discussão mais elaborada sobre a agitação nas prisões, o estudo identifica um conjunto de problemas naquele trabalho. Tomando o problema da legitimidade como alvo central, o presente estudo argumenta que as prisões geram diversas formas de ordem social. Revela, em particular, de que forma a obtusa compulsão dos rituais da prisão produz uma paz desconfortável na maior parte dos casos e argumenta que, embora os motins sejam acontecimentos raros, não surgem espontaneamente, nem são causados por desorganização administrativa, crises de legitimação ou privação dos presos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ26634 (Browse shelf) | Available |
Tradução do "abstract" inserto no próprio artigo.
O presente estudo coloca as teses de maior impacto sobre motins prisionais em relação com o problema da ordem, tal como é concebido em teoria social. Embora reconheça que a síntese de Useem e Kimball (1989) relativa às perspectivas de desorganização e privação permanece como a discussão mais elaborada sobre a agitação nas prisões, o estudo identifica um conjunto de problemas naquele trabalho. Tomando o problema da legitimidade como alvo central, o presente estudo argumenta que as prisões geram diversas formas de ordem social. Revela, em particular, de que forma a obtusa compulsão dos rituais da prisão produz uma paz desconfortável na maior parte dos casos e argumenta que, embora os motins sejam acontecimentos raros, não surgem espontaneamente, nem são causados por desorganização administrativa, crises de legitimação ou privação dos presos.
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