Hate crime and the image of the stranger / Gail Mason
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. V.45,n.6 (November 2005) , p.837-859Idioma: Inglês.Assunto: CRIME POR ÓDIO | ESTUDO DE CASOS Resumo: Uma antiga e popularizada imagem do crime de ódio tende a retratá-lo como uma forma de "stranger danger" [perigo de estranhos] ou seja, um acto aleatório envolvendo um autor e uma vítima que se desconhecem completamente. Uma série de estudos empíricos tem vindo a contraditá-la. O presente artigo pretende contribuir para este conjunto de pesquisas através da análise da natureza da relação entre a vítima e o autor nos casos de perseguição racista e homofóbica. Apresenta os resultados de um estudo efectuado sobre as queixas de perseguição registadas pela Polícia Metropolitana. Alega que as abordagens tradicionais para medir esta relação, que tendem a centrar-se no grau de intimidade entre a vítima e o autor, poderiam ser desenvolvidas através de um maior reconhecimento dos contextos em que a vítima e o autor se conhecem. O artigo coloca, em particular, a seguinte questão: se um autor é reconhecido pela vítima como alguém familiar ou vivendo perto da sua casa ou do seu local de trabalho, significa isto que o autor é conhecido da vítima?| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ26634 (Browse shelf) | Available |
Tradução do "abstract" inserto no próprio artigo.
Uma antiga e popularizada imagem do crime de ódio tende a retratá-lo como uma forma de "stranger danger" [perigo de estranhos] ou seja, um acto aleatório envolvendo um autor e uma vítima que se desconhecem completamente. Uma série de estudos empíricos tem vindo a contraditá-la. O presente artigo pretende contribuir para este conjunto de pesquisas através da análise da natureza da relação entre a vítima e o autor nos casos de perseguição racista e homofóbica. Apresenta os resultados de um estudo efectuado sobre as queixas de perseguição registadas pela Polícia Metropolitana. Alega que as abordagens tradicionais para medir esta relação, que tendem a centrar-se no grau de intimidade entre a vítima e o autor, poderiam ser desenvolvidas através de um maior reconhecimento dos contextos em que a vítima e o autor se conhecem. O artigo coloca, em particular, a seguinte questão: se um autor é reconhecido pela vítima como alguém familiar ou vivendo perto da sua casa ou do seu local de trabalho, significa isto que o autor é conhecido da vítima?
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