The patrol officer : America's intelligence on the ground / Earl M. Sweeney
In: FBI-Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. Vol. 74, n. 9 (September 2005) , p. 14-21Idioma: Inglês.Assunto: INFORMAÇÃO CRIMINAL | PATRULHA | SISTEMA DE INFORMAÇÕES | COOPERAÇÃO POLICIAL | TERRORISMO | ESTADOS UNIDOS Resumo: Actualmente, os Estados Unidos enfrentam a maior ameaça de sempre desde a bomba atómica: o terrorismo. Em virtude de se terem tornado o alvo preferencial dos terroristas - detentores de uma imaginação capaz de transformar produtos e equipamentos em instrumentos de morte e destruição - o recurso a uma cada vez maior quantidade de "intelligence" veiculada pelos próprios funcionários de polícia que se encontram no terreno surge indubitavelmente, como indispensável, uma vez que não é suficiente o recurso exclusivo à tecnologia com vista à obtenção de informação privilegiada. Embora a utilização dos funcionários, enquanto fonte de informação, corresponda a uma das melhores formas de luta contra o terrorismo, ela é ainda uma medida pouco comum, daí a necessidade de se apostar na formação do pessoal tornando-o apto a identificar o que procurar, como e a quem informar. Dão-se exemplos dos contributos que alguns serviços de polícia podem prestar no domínio da "intelligence".| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ26612 (Browse shelf) | Available |
Disponível também em: https://leb.fbi.gov/2005-pdfs/leb-september-2005. Acedido a 11 de Setembro de 2013.
Actualmente, os Estados Unidos enfrentam a maior ameaça de sempre desde a bomba atómica: o terrorismo. Em virtude de se terem tornado o alvo preferencial dos terroristas - detentores de uma imaginação capaz de transformar produtos e equipamentos em instrumentos de morte e destruição - o recurso a uma cada vez maior quantidade de "intelligence" veiculada pelos próprios funcionários de polícia que se encontram no terreno surge indubitavelmente, como indispensável, uma vez que não é suficiente o recurso exclusivo à tecnologia com vista à obtenção de informação privilegiada. Embora a utilização dos funcionários, enquanto fonte de informação, corresponda a uma das melhores formas de luta contra o terrorismo, ela é ainda uma medida pouco comum, daí a necessidade de se apostar na formação do pessoal tornando-o apto a identificar o que procurar, como e a quem informar. Dão-se exemplos dos contributos que alguns serviços de polícia podem prestar no domínio da "intelligence".
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