Science de l'éducation et formation des policiers : l'ingénierie de la formation et la capitalisation d'expériences professionelles pour le développement d'une professionnalisation du métier policier / Yves Patrick Delachaux
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 0035-3329. Genève. V.58,n.4 (Octobre-Décembre 2005) , p.479-486Idioma: Francês.Assunto: FORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA | PROFISSIONALIZAÇÃO | POLÍTICA DA EDUCAÇÃO | FRANÇA | SUÍÇA Resumo: O recrutamento e a formação de pessoal de polícia, a gestão e as promoções internas constituem, há mais de doze anos, a principal preocupação de dirigentes da Polícia, sindicatos e legisladores da Suíça e Europa, daí que se tenha procedido à avaliação de uma série de projectos, se tenha experimentado processos de qualificação, se tenha estudado novidades académicas. Se, por um lado, assistimos a uma forte componente militar, intrínseca à Polícia, que de certa forma inviabiliza a verdadeira reforma de políticas no âmbito policial, por outro lado, é inquestionável que os modelos de polícia ocidentais têm de prestar contas das suas acções e gestão. Procede-se a algumas reflexões sobre os paradigmas que podem servir de base a diligências a efectuar, sobre os formadores de polícia, para além de se discutir o interesse da oferta de espaços de formação protegidos que permitam uma capitalização das competências profissionais.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ26701 (Browse shelf) | Available |
O recrutamento e a formação de pessoal de polícia, a gestão e as promoções internas constituem, há mais de doze anos, a principal preocupação de dirigentes da Polícia, sindicatos e legisladores da Suíça e Europa, daí que se tenha procedido à avaliação de uma série de projectos, se tenha experimentado processos de qualificação, se tenha estudado novidades académicas. Se, por um lado, assistimos a uma forte componente militar, intrínseca à Polícia, que de certa forma inviabiliza a verdadeira reforma de políticas no âmbito policial, por outro lado, é inquestionável que os modelos de polícia ocidentais têm de prestar contas das suas acções e gestão. Procede-se a algumas reflexões sobre os paradigmas que podem servir de base a diligências a efectuar, sobre os formadores de polícia, para além de se discutir o interesse da oferta de espaços de formação protegidos que permitam uma capitalização das competências profissionais.
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