O crime organizado e as novas tecnologias : uma faca de dois gumes / Helena Carrapiço
In: Nação e Defesa.ISSN 0870-757X. Lisboa. N. 111 (Verão 2005) , p. 175-192Idioma: Português.Assunto: CRIME ORGANIZADO | CRIME INFORMÁTICO | TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Resumo: O benefício que determinados Estados retiram das novas tecnologias é incalculável. Contudo, não são os únicos a tirar partido dessas vantagens. O crime organizado, e em especial o cibercrime, aproveita as vulnerabilidades dos sistemas de informação, em que as nossas sociedades estão baseadas, para lucro próprio. Apesar dos conhecimentos que já possuímos sobre este tipo de criminalidade, os nossos esforços não têm conseguido travar o número crescente de ataques cibernautas, nem evitar o aumento das perdas das empresas e dos particulares. Não devemos, no entanto, cair no erro pessimista de pensar que não existe nenhuma forma eficiente de combater o cibercrime. Existe todavia, muito trabalho por desenvolver. Desde a consciencialização da população, para os perigos inerentes à Internet, até à formação de recursos mais qualificados, passando pela investigação e a cooperação entre sectores, há sem dúvida muito por fazer. Adoptámos as novas tecnologias, resta-nos agora aceitar por completo as responsabilidades que elas acarretam.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ26542 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo. Publicação integral disponível através de: https://www.idn.gov.pt/index.php?mod=1321&cod=114.
O benefício que determinados Estados retiram das novas tecnologias é incalculável. Contudo, não são os únicos a tirar partido dessas vantagens. O crime organizado, e em especial o cibercrime, aproveita as vulnerabilidades dos sistemas de informação, em que as nossas sociedades estão baseadas, para lucro próprio. Apesar dos conhecimentos que já possuímos sobre este tipo de criminalidade, os nossos esforços não têm conseguido travar o número crescente de ataques cibernautas, nem evitar o aumento das perdas das empresas e dos particulares. Não devemos, no entanto, cair no erro pessimista de pensar que não existe nenhuma forma eficiente de combater o cibercrime. Existe todavia, muito trabalho por desenvolver. Desde a consciencialização da população, para os perigos inerentes à Internet, até à formação de recursos mais qualificados, passando pela investigação e a cooperação entre sectores, há sem dúvida muito por fazer. Adoptámos as novas tecnologias, resta-nos agora aceitar por completo as responsabilidades que elas acarretam.
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