Terrorism : a priority for the future of OSCE / Marton Krasznai
In: Nação e Defesa.ISSN 0870-757X. Lisboa. N.103 (Outono-Inverno 2002) , p.117-126Idioma: Inglês.Assunto: SEGURANÇA EUROPEIA | SEGURANÇA INTERNACIONAL | GESTÃO DE CONFLITOS | TERRORISMO | OSCE Resumo: Segundo o autor, no que diz respeito ao futuro da OSCE, este passará por grandes reformas na organização. O facto da UE e da NATO estarem a passar por processos de alargamento, poderá vir a ter um impacto negativo sobre o interesse dos estados-membros da OSCE na organização. No entanto esta pode contribuir para a luta contra os novos desafios que se põem agora à segurança internacional, pela vantagem que dispõe em relação às outras instituições ou seja, a sua experiência e presença no terreno, a sua flexibilidade e sobretudo a sua forte base em valores partilhados por a maioria dos Estados. Uma das ideias chave da Carta de Paris adoptada pela OSCE, em 1990, era a de que a segurança era indivisível. Os atentados do 11 de Setembro reforçaram o reconhecimento desse conceito. Esta tomada de consciência pode dar novo alento aos esforços da OSCE para se tornar útil no combate ao terrorismo. As actividades da OSCE na prevenção e combate ao terrorismo têm-se desenvolvido em torno de três áreas: medidas a curto e médio prazo, que permitam aos Estados participantes um combate mais eficiente contra o terrorismo e desafios decorrentes desta ameaça; prevenção de conflitos e resolução de crises e a criação de instituições democráticas em países participantes.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ25599 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo.
Segundo o autor, no que diz respeito ao futuro da OSCE, este passará por grandes reformas na organização. O facto da UE e da NATO estarem a passar por processos de alargamento, poderá vir a ter um impacto negativo sobre o interesse dos estados-membros da OSCE na organização. No entanto esta pode contribuir para a luta contra os novos desafios que se põem agora à segurança internacional, pela vantagem que dispõe em relação às outras instituições ou seja, a sua experiência e presença no terreno, a sua flexibilidade e sobretudo a sua forte base em valores partilhados por a maioria dos Estados. Uma das ideias chave da Carta de Paris adoptada pela OSCE, em 1990, era a de que a segurança era indivisível. Os atentados do 11 de Setembro reforçaram o reconhecimento desse conceito. Esta tomada de consciência pode dar novo alento aos esforços da OSCE para se tornar útil no combate ao terrorismo. As actividades da OSCE na prevenção e combate ao terrorismo têm-se desenvolvido em torno de três áreas: medidas a curto e médio prazo, que permitam aos Estados participantes um combate mais eficiente contra o terrorismo e desafios decorrentes desta ameaça; prevenção de conflitos e resolução de crises e a criação de instituições democráticas em países participantes.
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