Reconstructing life after death / Sylvianne Spitzer
In: Gazette.ISSN 1196-6513. Ottawa. V. 66, n.4 (2004) , p. 32-33Idioma: Inglês.Assunto: AUTÓPSIA | HOMICÍDIO | PERFIL PSICOLÓGICO | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | VITIMOLOGIA | SUICÍDIO Resumo: Até os investigadores criminais saberem exactamente quem, ou como era a vítima, torna-se impossível chegar a quaisquer conclusões sobre o contexto em que um determinado crime ocorreu, ou sobre as circunstâncias que levaram à morte de alguém. Quer a abordagem efectuada através da vitimologia, quer a efectuada através da designada autópsia psicológica, podem levar à elaboração de um retrato psicológico da vítima. Embora a primeira abordagem se aplique às vítimas sobreviventes e a segunda diga respeito às vítimas mortas, proceder à reconstituição das últimas horas que antecederam a sua morte, ou o crime de que foram alvo, torna-se fundamental para compreender as vítimas, determinar o seu relacionamento com o ambiente e outras circunstâncias, bem como entender como é que estas se tornaram alvo preferencial dos criminosos. Desenvolvendo este tema, o autor aborda questões que se prendem com: a elaboração do perfil da vítima; o estudo das características da vítima como pessoa escolhida pelo criminoso; a autópsia psicológica, ou seja, os precedentes necessários à reconstituição da vida de um indivíduo antes da morte, no sentido de apurar se se trata de um homicídio ou de um suicídio; a metodologia usada na realização da autópsia psicológica; a interpretação da autópsia em termos de motivação e de comportamento do autor do delito.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Até os investigadores criminais saberem exactamente quem, ou como era a vítima, torna-se impossível chegar a quaisquer conclusões sobre o contexto em que um determinado crime ocorreu, ou sobre as circunstâncias que levaram à morte de alguém. Quer a abordagem efectuada através da vitimologia, quer a efectuada através da designada autópsia psicológica, podem levar à elaboração de um retrato psicológico da vítima. Embora a primeira abordagem se aplique às vítimas sobreviventes e a segunda diga respeito às vítimas mortas, proceder à reconstituição das últimas horas que antecederam a sua morte, ou o crime de que foram alvo, torna-se fundamental para compreender as vítimas, determinar o seu relacionamento com o ambiente e outras circunstâncias, bem como entender como é que estas se tornaram alvo preferencial dos criminosos. Desenvolvendo este tema, o autor aborda questões que se prendem com: a elaboração do perfil da vítima; o estudo das características da vítima como pessoa escolhida pelo criminoso; a autópsia psicológica, ou seja, os precedentes necessários à reconstituição da vida de um indivíduo antes da morte, no sentido de apurar se se trata de um homicídio ou de um suicídio; a metodologia usada na realização da autópsia psicológica; a interpretação da autópsia em termos de motivação e de comportamento do autor do delito.
There are no comments for this item.