Defending against cybercrime and terrorism : a new role for universities / Tony Aeilts
In: FBI-Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. Vol. 74, n. 1 (January 2005) , p. 14-20Idioma: Inglês.Assunto: CRIME INFORMÁTICO | POLÍCIA E ESTABELECIMENTO DE ENSINO | TERRORISMO | ESTADOS UNIDOS Resumo: O autor faz, em primeiro lugar, referência aos aspectos mais salientes da cibercriminalidade e do terrorismo, bem como aos efeitos nefastos provocados na sociedade americana. Apresenta seguidamente as linhas directivas da política policial levada a cabo nos Estados Unidos para combater o cibercrime e o terrorismo. Neste âmbito, o FBI, conjuntamente com o "National White Collar Crime Center", criou em 2000, o "Internet Fraud Complaint Center" (IFCC), destinado a receber as queixas relativas ao crime informático e proceder à sua coordenação para efeitos de investigação; foram também estabelecidas linhas de cooperação e de partilha de recursos entre as diversas jurisdições. Um aspecto inovador consistiu na constituição de protocolos com as universidades, por forma a haver não só uma partilha de recursos, como também a prestação, por parte daquelas instituições de ensino, do apoio necessário às investigações policiais que se prendem particularmente com a cibercriminalidade e o terrorismo.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Disponível também em: https://leb.fbi.gov/2005-pdfs/leb-january-2005. Acedido a 13 de Setembro de 2013.
O autor faz, em primeiro lugar, referência aos aspectos mais salientes da cibercriminalidade e do terrorismo, bem como aos efeitos nefastos provocados na sociedade americana. Apresenta seguidamente as linhas directivas da política policial levada a cabo nos Estados Unidos para combater o cibercrime e o terrorismo. Neste âmbito, o FBI, conjuntamente com o "National White Collar Crime Center", criou em 2000, o "Internet Fraud Complaint Center" (IFCC), destinado a receber as queixas relativas ao crime informático e proceder à sua coordenação para efeitos de investigação; foram também estabelecidas linhas de cooperação e de partilha de recursos entre as diversas jurisdições. Um aspecto inovador consistiu na constituição de protocolos com as universidades, por forma a haver não só uma partilha de recursos, como também a prestação, por parte daquelas instituições de ensino, do apoio necessário às investigações policiais que se prendem particularmente com a cibercriminalidade e o terrorismo.
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