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Identificação humana pós-morte (revisão) / Hemerson Bertassoni Alves... [et al.]

In: Perícia Federal. Brasília. Ano II, n.7 (Dezembro 2000) , p.32-35Idioma: Português.Assunto: ADN | IDENTIFICAÇÃO HUMANA | CIÊNCIA FORENSE | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL Resumo: A história da identificação humana é muito antiga, tendo os processos utilizados para o fazer, vindo gradualmente a evoluir, graças à ciência que foi oferecendo meios e recursos propícios a uma estruturação científica da identificação. O presente artigo tem por objectivo situar a identificação humana post-mortem no âmbito da ciência forense criminal, destacando a utilização do ADN como uma ferramenta potencialmente aplicável a este tipo de identificação. Ressalta-se ainda a importância da recolha do ADN de tecido ósseo para fins de identificação humana forense, bem como se apresenta, de uma forma resumida, um trabalho de pesquisa desenvolvido pelos autores, onde foram avaliados três métodos de recolha do ADN em tecido ósseo, através de três parâmetros, designadamente: concentração; qualidade do ADN, eficiência de amplificação pela técnica de PCR.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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A história da identificação humana é muito antiga, tendo os processos utilizados para o fazer, vindo gradualmente a evoluir, graças à ciência que foi oferecendo meios e recursos propícios a uma estruturação científica da identificação. O presente artigo tem por objectivo situar a identificação humana post-mortem no âmbito da ciência forense criminal, destacando a utilização do ADN como uma ferramenta potencialmente aplicável a este tipo de identificação. Ressalta-se ainda a importância da recolha do ADN de tecido ósseo para fins de identificação humana forense, bem como se apresenta, de uma forma resumida, um trabalho de pesquisa desenvolvido pelos autores, onde foram avaliados três métodos de recolha do ADN em tecido ósseo, através de três parâmetros, designadamente: concentração; qualidade do ADN, eficiência de amplificação pela técnica de PCR.

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