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Fingerprints under fire : legal lessons learned / Jeff Wise

Autor: WISE, JeffIn: Crime and Justice International.ISSN 1096-8733. Chicago. V.20,n.81 (July-August 2004) , p.39-40Idioma: Inglês.Assunto: DACTILOSCOPIA | IDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS Resumo: Em 1892 o cientista inglês Sir Francis Galton publicou o seu livro "Fingerprints", tendo com ele lançado os princípios básicos da ciência da dactiloscopia. Dá-se um breve apontamento sobre a forma como surgiu esta ciência, inicialmente aplicada à determinação da raça e da hereditariedade e posteriormente aplicada à identificação de pessoas e à investigação criminal. Fazendo referência ao método de identificação das características únicas de uma impressão digital conhecidas por "minutiae" ou "Galton's details", bem como ao método posteriormente desenvolvido por Edward Henry que deu origem ao "Henry Classification System", o autor do artigo cita também diversos casos controversos em que o método de identificação por impressões digitais foi posto em causa, por falta de admissibilidade do testemunho dos peritos. A partir de então os tribunais começaram a decidir no sentido de permitir a prova das impressões digitais. Seria só depois do caso "Daubert" julgado em 1993 nos Estados Unidos, que se adoptou o uso dos interrogatórios conhecidos por "Daubert hearings" para determinar a admissibilidade dos depoimentos dos peritos. Pesando embora as tecnologias emergentes da biometria, a ciência das impressões digitais continua a ter aceitação e a constituir um método testado e usado em todo o mundo há mais de cem anos.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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(*).

Em 1892 o cientista inglês Sir Francis Galton publicou o seu livro "Fingerprints", tendo com ele lançado os princípios básicos da ciência da dactiloscopia. Dá-se um breve apontamento sobre a forma como surgiu esta ciência, inicialmente aplicada à determinação da raça e da hereditariedade e posteriormente aplicada à identificação de pessoas e à investigação criminal. Fazendo referência ao método de identificação das características únicas de uma impressão digital conhecidas por "minutiae" ou "Galton's details", bem como ao método posteriormente desenvolvido por Edward Henry que deu origem ao "Henry Classification System", o autor do artigo cita também diversos casos controversos em que o método de identificação por impressões digitais foi posto em causa, por falta de admissibilidade do testemunho dos peritos. A partir de então os tribunais começaram a decidir no sentido de permitir a prova das impressões digitais. Seria só depois do caso "Daubert" julgado em 1993 nos Estados Unidos, que se adoptou o uso dos interrogatórios conhecidos por "Daubert hearings" para determinar a admissibilidade dos depoimentos dos peritos. Pesando embora as tecnologias emergentes da biometria, a ciência das impressões digitais continua a ter aceitação e a constituir um método testado e usado em todo o mundo há mais de cem anos.

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