Cooperação internacional : perspectivas / José Manuel Santos Pais
In: Polícia e Justiça.ISSN 0870-4791. Loures. III Série, número especial temático - Branqueamento de capitais (2004) , p. 27-38Idioma: Português.Assunto: COOPERAÇÃO INTERNACIONAL | BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS | CRIME ORGANIZADO Resumo: O autor aborda, na sua comunicação , as "Perspectivas de Cooperação Internacional em Matéria de Prevenção de Branqueamento de Capitais". Para o efeito, ocupa-se, em primeiro lugar, da origem, características e conceito do branqueamento de capitais, nomeadamente a sua incidência e dimensão a nível internacional. Em seguida, trata das relações existentes entre o branqueamento de capitais e a criminalidade organizada internacional ou transnacional, e as consequências daí resultantes em termos económicos, políticos e sociais, para as sociedades que dele são vítimas. Refere, por outro lado, a inevitabilidade da cooperação internacional para uma adequada prevenção e repressão do branqueamento, aborda as diversas formas que este pode revestir e os organismos internacionais que lhe têm dedicado maior atenção. Finalmente, faz uma análise da influência que as normas internacionais têm tido na progressiva configuração do sistema jurídico português e a evolução que este tem sofrido, em matéria de branqueamento de capitais, nos últimos anos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
(*). Resumo inserto no artigo.
O autor aborda, na sua comunicação , as "Perspectivas de Cooperação Internacional em Matéria de Prevenção de Branqueamento de Capitais". Para o efeito, ocupa-se, em primeiro lugar, da origem, características e conceito do branqueamento de capitais, nomeadamente a sua incidência e dimensão a nível internacional. Em seguida, trata das relações existentes entre o branqueamento de capitais e a criminalidade organizada internacional ou transnacional, e as consequências daí resultantes em termos económicos, políticos e sociais, para as sociedades que dele são vítimas. Refere, por outro lado, a inevitabilidade da cooperação internacional para uma adequada prevenção e repressão do branqueamento, aborda as diversas formas que este pode revestir e os organismos internacionais que lhe têm dedicado maior atenção. Finalmente, faz uma análise da influência que as normas internacionais têm tido na progressiva configuração do sistema jurídico português e a evolução que este tem sofrido, em matéria de branqueamento de capitais, nos últimos anos.
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