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From imitation to intimidation : a note on the curious and changing relationship between the media, crime and fear of crime / Jason Ditton... [et al.]

Autor: DITTON, Jason... [et al.]In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. V.44,n.4 (July 2004) , p.595-610Idioma: Inglês.Assunto: MEDO DO CRIME | MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS | CRIMINALIDADE | REINO UNIDO Resumo: Embora a ligação entre os relatos dos media e a dramatização do crime e do medo do crime seja intuitivamente atractiva, constatou-se uma relação surpreendentemente pouco usual através de um estudo efectuado numa cidade do Reino Unido. Para tal, e numa escala de valoração de 0 a 5, foram entrevistadas 167 pessoas relativamente ao medo de assaltos em residências, roubos de e em veículos, vandalismo, ameaças e outro tipo de criminalidade de rua; a partir da totalidade dos interrogados, constituiu-se uma sub-amostra de 64 pessoas, a quem foi perguntado que tipo de jornais diários liam e com que frequência; numa terceira fase, todos os entrevistados foram interrogados sobre que programas televisivos sobre criminalidade viam regularmente. Após o estudo, foi possível concluir-se que as percepções e as interpretações dos interrogados eram mais importantes do que os níveis de procura dos media e/ou do que quaisquer características objectivas dos media.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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Embora a ligação entre os relatos dos media e a dramatização do crime e do medo do crime seja intuitivamente atractiva, constatou-se uma relação surpreendentemente pouco usual através de um estudo efectuado numa cidade do Reino Unido. Para tal, e numa escala de valoração de 0 a 5, foram entrevistadas 167 pessoas relativamente ao medo de assaltos em residências, roubos de e em veículos, vandalismo, ameaças e outro tipo de criminalidade de rua; a partir da totalidade dos interrogados, constituiu-se uma sub-amostra de 64 pessoas, a quem foi perguntado que tipo de jornais diários liam e com que frequência; numa terceira fase, todos os entrevistados foram interrogados sobre que programas televisivos sobre criminalidade viam regularmente. Após o estudo, foi possível concluir-se que as percepções e as interpretações dos interrogados eram mais importantes do que os níveis de procura dos media e/ou do que quaisquer características objectivas dos media.

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