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Identification with the aggressor : how crime victims often cope with trauma / Ryan E. Melsky

Autor: MELSKY, Ryan E.In: FBI-Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. Vol. 73, n. 8 (August 2004) , p. 16-20Idioma: Inglês.Assunto: VITIMAÇÃO | ESTADOS UNIDOS | PSICOLOGIA Resumo: O chamado "processo de identificação" ocorre de uma forma normal em situações em que certos indivíduos modificam as suas personalidades e características, numa tentativa de imitarem a pessoa ou os grupos com que se querem identificar.Tal verifica-se, por exemplo, com crianças, quando procuram imitar posturas dos pais (o rapaz que usa distintivos policais para imitar o seu pai polícia; a rapariga que se enfeita com as jóias da mãe para se parecer com ela, etc), com adolescentes quando procuram vestir o mesmo tipo de roupa e falar do mesmo modo para se identificarem com os seus grupos sociais. Da mesma forma, verifica-se que aqueles que foram vítimas de uma experiência traumática, manifestam muitas vezes uma tendência para se identificar com os seus agressores; assumem assim as suas características, imitam a sua agressão e de pessoas ameaçadas, passam a ser pessoas que ameaçam; é uma transformação mental, um "mecanismo de defesa", como os psicólogos lhes chamam, que permite à vítima alcançar um sentimento de força e reagir, como forma de sobrevivência. Os funcionários de polícia deverão conhecer e compreender estas posturas e ajudar as vítimas a enfrentar de uma forma positiva o trauma que as afecta. Dão-se exemplos de alguns casos reias em que as vítimas criaram processos de identificação com os seus agressores.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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Disponível também em: https://leb.fbi.gov/2004-pdfs/leb-august-2004. Acedido a 11 de Setembro de 2013.

O chamado "processo de identificação" ocorre de uma forma normal em situações em que certos indivíduos modificam as suas personalidades e características, numa tentativa de imitarem a pessoa ou os grupos com que se querem identificar.Tal verifica-se, por exemplo, com crianças, quando procuram imitar posturas dos pais (o rapaz que usa distintivos policais para imitar o seu pai polícia; a rapariga que se enfeita com as jóias da mãe para se parecer com ela, etc), com adolescentes quando procuram vestir o mesmo tipo de roupa e falar do mesmo modo para se identificarem com os seus grupos sociais. Da mesma forma, verifica-se que aqueles que foram vítimas de uma experiência traumática, manifestam muitas vezes uma tendência para se identificar com os seus agressores; assumem assim as suas características, imitam a sua agressão e de pessoas ameaçadas, passam a ser pessoas que ameaçam; é uma transformação mental, um "mecanismo de defesa", como os psicólogos lhes chamam, que permite à vítima alcançar um sentimento de força e reagir, como forma de sobrevivência. Os funcionários de polícia deverão conhecer e compreender estas posturas e ajudar as vítimas a enfrentar de uma forma positiva o trauma que as afecta. Dão-se exemplos de alguns casos reias em que as vítimas criaram processos de identificação com os seus agressores.

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