Prison rape in context / Ian O'Donnell
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. V.44,n.2 (March 2004) , p.241-255Idioma: Inglês.Assunto: VIOLAÇÃO | CRIME SEXUAL | ESTADOS UNIDOS | REINO UNIDO | ESTABELECIMENTO PRISIONAL Resumo: O medo da violência sexual em meio carceral constitui uma característica da experiência dos reclusos nos EUA. Comparando com a realidade do Reino Unido, verifica-se que a violação tem sido, de facto, um tema destacado na literatura americana sobre a situação dos reclusos desde, pelo menos os anos 30. A existência desta cultura da violação tem forçosamente inevitáveis consequências e efeitos secundários no processo de reclusão, os quais se apontam no presente artigo. São, neste âmbito e à luz da psicologia do comportamento, abordadas questões que se prendem com: as relações entre a comunidade prisional em termos de sexualidade (violência sexual, homossexualidade, violação), de racismo (entre negros e brancos), de relacionamento com os funcionários prisionais; com o calão utilizado pelos reclusos; com as doenças tipo epidémico (hepatite, HIV, tuberculose).| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
O medo da violência sexual em meio carceral constitui uma característica da experiência dos reclusos nos EUA. Comparando com a realidade do Reino Unido, verifica-se que a violação tem sido, de facto, um tema destacado na literatura americana sobre a situação dos reclusos desde, pelo menos os anos 30. A existência desta cultura da violação tem forçosamente inevitáveis consequências e efeitos secundários no processo de reclusão, os quais se apontam no presente artigo. São, neste âmbito e à luz da psicologia do comportamento, abordadas questões que se prendem com: as relações entre a comunidade prisional em termos de sexualidade (violência sexual, homossexualidade, violação), de racismo (entre negros e brancos), de relacionamento com os funcionários prisionais; com o calão utilizado pelos reclusos; com as doenças tipo epidémico (hepatite, HIV, tuberculose).
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