Normal view MARC view ISBD view

Safe custody / Peter Williams

Autor: WILLIAMS, PeterIn: Police Review.ISSN 0309-1414. London. V.112,n.5774 (21 May 2004) , p.18-19Idioma: Inglês.Assunto: DETIDO | SUICÍDIO | REINO UNIDO | ESTABELECIMENTO PRISIONAL Resumo: Vigiar e zelar pelos detidos nos estabelecimentos prisionais e minimizar o risco de estes se auto-molestarem ou mesmo suicidarem, constitui uma elevada responsabilidade por parte dos guardas prisionais (custody officers). Por forma a fazer face a este problema e a facilitar a troca de informações pertinentes entre os diversos serviços de polícia criminal, a polícia de Merseyside, Reino Unido, implementou um projecto piloto através do qual passa a haver uma parceria com o "Prison Service Safer Custody Group (SCG), viabilizando a troca de documentação que identifica os detidos considerados "em risco". Estas informações são então partilhadas com outros serviços do sistema de justiça penal, facilitando, desta forma, a avaliação dos riscos daqueles detidos. As primeiras informações recolhidas sobre esta iniciativa, apontaram para uma influência positiva na redução dos riscos de danos físicos auto-provocados. Identifica-se o contexto deste esquema piloto, bem como se expõem as implicações dos seus resultados.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Status Date due Barcode
Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
Available

Vigiar e zelar pelos detidos nos estabelecimentos prisionais e minimizar o risco de estes se auto-molestarem ou mesmo suicidarem, constitui uma elevada responsabilidade por parte dos guardas prisionais (custody officers). Por forma a fazer face a este problema e a facilitar a troca de informações pertinentes entre os diversos serviços de polícia criminal, a polícia de Merseyside, Reino Unido, implementou um projecto piloto através do qual passa a haver uma parceria com o "Prison Service Safer Custody Group (SCG), viabilizando a troca de documentação que identifica os detidos considerados "em risco". Estas informações são então partilhadas com outros serviços do sistema de justiça penal, facilitando, desta forma, a avaliação dos riscos daqueles detidos. As primeiras informações recolhidas sobre esta iniciativa, apontaram para uma influência positiva na redução dos riscos de danos físicos auto-provocados. Identifica-se o contexto deste esquema piloto, bem como se expõem as implicações dos seus resultados.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.